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Aluna novinha safada, decidiu ser minha putinha

Olá! Já há algumas semanas tenho feito relatos aqui neste site sobre minhas aventuras sexuais, sejam elas envolvendo minha namorada como as que participei solteiro ou sem ela. Esta que vou contar agora aconteceu em 2017 e foi de fato uma de minhas melhores experiências sexuais que vivi até hoje e dois anos depois ainda lembro com detalhes precisos cada momento que vivi e cada segundo de prazer que pude sentir.
Era novembro de 2017 e eu trabalhava como treinador esportivo em um clube da minha cidade natal. Treinava uma equipe feminina e naquele dia eu participava do aniversário de uma destas atletas. Lembro que quase toda equipe estava participando da festa que ocorreu em um lugar para fora da cidade e portanto decidi que iria para este aniversário utilizando um veículo alugado, uma van que levaria eu e mais 8 meninas para o local. Outras meninas se deslocariam com outras conduções e todos se encontrariam lá no local.
Como treinador, meu papel era colocar “ordem” no pedaço e evitar excessos das meninas, afinal rolaria festa, bebida e hormônios alterados característicos da idade. Esqueci de dizer que todas eram novinhas e bastante impulsivas, por volta e meia durante meu período como treinador, precisei intervir em relacionamentos homosexuais entre elas e até mesmo por uma vez, peguei duas se chupando dentro do vestiário após uma de nossas partidas. Ou seja, eu tava lá para controlar os ânimos e evitar que elas descontrolassem demais com toda a festa e a bebida que estaria envolvida naquela noite. Fui para botar ordem na casa mesmo, ou pelo menos esta era a intenção. rsrs
Chegando na festa, todo mundo muito comportado e as meninas apenas conversando sentadinhas nas mesas e bebendo refrigerante. Era o cenário ideal para a ordem e disciplina, pena que poucas horas depois o cenário se transformaria em outra realidade. Muitas meninas foram para a rua ficar com convidados e convidadas da festa e até mesmo entre elas.
Presenciei um trio se beijando e uma garota da equipe transando com um menino no meio do mato que ficava atrás do salão de festa, Foi uma noite intensa e cheia de transtornos para mim que precisei apagar dezenas de fogos durante a festa e quase não consegui aproveitar. Isto se prolongou até uma certa hora quando decidi chutar o balde e relaxar.
Comecei a beber e tentar a sorte com uma garota que era convidada da festa. Eu com meus 37 anos e ela com 18, mas como engano bem a idade e tenho muito boa aparência, eu me saia bem e já estava dando uns beijinhos na garota mesmo com os pais dela lá presentes na festa.
Acontece que na medida em que eu relaxava, minha vigia com as garotas atletas da equipe acabava se perdendo e elas tocavam o terror indiscriminadamente. Todas já estavam bebendo e intensamente bêbadas, se pagando na rua ao redor do salão ou dançando funk até o chão na frente de todo mundo. Minha missão de manter a ordem era publicamente um fracasso e todo mundo percebia isto.
Entre todas as loucuras e safadezas que as garotas faziam, uma delas me chamou a atenção e me deixou desconcertado durante a festa. Mery, uma das meninas atletas, dançava muito provocante. Eu condenava muito minha atração por ela mas isto vinha de longa data. Eu por muito tempo tentei desviar meus olhos da garota por conta a ética e responsabilidade que meu oficio exigia mas era praticamente impossível não pirar com aquela novinha.
Morena clarinha, coxa grossa, bunda enorme e cinturinha fina. Corpão violão, rostinho de bonequinha e jeitinho timido de garotinha inocente, mas que no fundo deixava uma dúvida se era ou não safadinha como a maioria de suas colegas eram. O problema é que era extremamente anti ético eu na minha profissão tentar algo com uma atleta minha e muito mais nova do que eu, por conta disto, sempre lutei contra os meus olhos quando eles por descuido cravavam-se sob o corpo daquela menina linda.
Acontece que naquela noite ela estava espetacular além do quão ela já era. Vestia um vestidinho preto e soltinho em baixo, curtinho acima do joelho o que deixava suas belas, grossas e torneadas coxas a amostra e prendia os olhares de toda a macharada naquela festa, seria impossível que eu não me perdesse a olhando.
Ela dançava com suas colegas e rebolava até o chão. Com um copo de cerveja em mãos me olhava com carinha de quem sabe que ta errada mas tá pedindo pra eu permitir que só hoje ela saia da casinha um pouco. Eu olhava para ela, balançava a cabeça e sorria como sinal de que tudo bem, eu permitiria que ela bebesse e se soltasse um pouco aquela noite.
O problema é que a medida em que ela ia se soltando, meu tesão por ela ia ganhando mais vida e já tava ficando difícil parar em pé na festa pois meu pau armou de tal forma ao ver ela rebolar, que mesmo a distância seria nitido para as pessias verem que eu estava excitado. Levei a menina que eu ficava para uma mesa e sentamos por lá enquanto que por baixo da mesa eu alisava as coxas da garota , eu fixava meus olhso em Mery que dançava e rebolava igual uma putinha, se soltando e se mostrando de uma forma que eu nunca havia visto, afinal ela sempre me passava a ideia de ser uma menina inocente e meiga e aquele dia se comportava como uma putinha safada e eu estava adorando ver ela assim.
Passaram-se as horas, fiquei por ali no salão sentado bebendo e dando uns beijinhos na garota que conheci na festa até chegar a hora de partir. me despedi da garota e fui para a van esperar as meninas para partirmos. Ao chegarem todas eu me coloquei bem próximo de uma das janelas ao fundo da van e pra minha surpresa, alegria e desespero, Mery senta-se bem ao meu lado, deixando suas coxas grossas encostadas em mim e bem encostadas pois na volta muito mas de 8 meninas voltaram na van. Entraram mais 4 para pegar carona de volta a cidade, o que deixou o espaço ainda mais apertado.
Então que após todo mundo entrar, partimos de volta a cidade em uma viagem que era razoavelmente longa de volta pois demorava cerca de 1 hora e meia para chegarmos ao destino e com a Van bastante cheia e o percurso ser noturno, o motorista ia ainda mais devagar do que quando foi para o evento.
Algumas meninas iam dormindo, outras mais a frente conversavam, eu e Mery também conversávamos. Falamos sobre vários assuntos, desde sobre os jogos da competição que participávamos como sobre festas, namoro e tudo mais. Perguntei a ela se ela namorava alguém ou se tava dando “uns peguinhas” em algum menino ou menina, ela sorria meio timida ainda, mas já um pouco mais solta e desinibida por conta da cerveja que havia bebido e de toda a animação da festa e dizia que muito de vez em quando ela dava uns beijinhos mas que ficava só nisso, não tava namorando ninguém atualmente. Eu dizia que apesar de nova, ela era muito bonita e que não faltariam pretendentes. Ela sorriu e disse que apesar de mais velho eu também era muito bonito e que devia ta cheio de meninas querendo me beijar.
Eu confesso que fiquei desconsertado e respondi:

– Meninas? O que meninas novinhas como você iriam querer comigo? Talvez mulheres da minha idade até se interessassem mas meninas, acho difícil rsrs!
Ela logo em seguida responde:

– Tu é um cara bonito, charmoso! Meninas gostam de caras mais velhos. Eu pegaria! rsrsrs
Na hora subiu o calor e fiquei louco de vontade de beijá-la mas segurei a barra. Imaginei que situação complicada seria explicar o treinador pegando sua atleta novinha na frente de todo mundo. Lógico que mantive a calma e respirei bem fundo mas meu pau sinalizou e cresceu de forma absurda dentro de minhas calças, tanto que precisei colocar o casaco em cima do colo para ela não perceber o volume que surgia.
Fomos conversando mais um tempo até ficarmos em silêncio e ela ficar mexendo no celular. Sentia sua coxa tocando minhas pernas e meu pau não descansava um segundo. Entramos em um percurso da estrada que não havia qualquer iluminação, deixando um breu total dentro da van por um longo tempo.
Naturalmente eu pensava mais com a cabeça de baixo que com a de cima e ao sentir cada vez mais sua perna tocando a minha, meu tesão só aumentava. Olhei para suas coxas e vi o vestidinho quase em cima, com toda aquelas coxas maravilhosas de fora e minha mão apenas há alguns centímetros de distância de suas pernas e de sua xoxotinha. Eu imaginava o quão apertadinha e quentinha deveria ser aquela xoxotinha e o que a Mery faria se eu tocasse ela? O que ela diria se minha mão corresse em suas coxas até sua xoxotinha apertada?
Foram longos minutos entre a incerteza da ação a ser tomada. Minha razão dizia para eu segurar a onda e manter a linha no entanto o meu tesão dizia para seguir em frente e tentar seduzir aquela novinha tesuda. Foi um tempo de incerteza e vontade retida até que deixei minha mão direita tocar sua parte lateral da coxa, apenas para ver o que ela faria a respeito, se deixaria minha mão ali ou se iria retirá-la ou me censurar pelo ato. Se ocorresse isto, eu já pensava em simular o sono repentino e a mão deslizando involuntariamente. Fui com o coração na mão e com medo da rejeição e do escandalo que poderia se formar desta situação, mas deixei minha mão tocar sua coxa e mantive ela ali por algum tempo sem que ela disse nada ou retirasse sua perna dali.
Passaram-se minutos até que decidi avançar mais o sinal e comecei a movimentar meus dedos, alisando sua perna na parte lateral externa da coxa. Ela mais uma vez se mantinha calada sem esboçar qualquer reação ou descontentamento com a situação. Logo, seria impossível manter-me mais tempo ali apenas tocando de leve sua perna, meu tesão era transcendental e eu precisava avançar ainda mais o sinal.
Foi então que deixei minha mão correr para dentro de sua coxa e agarrei a coxa direita dela e depois alisei, movimentando minha mão em direção a sua xoxotinha. Então que quase tendo um treco e o coração saindo pela boca, percebi a mão dela segurar a minha e retirá-la do meio de suas coxas. Era uma mistura de tesão, medo e vergonha o que eu sentia e naquela altura já não sabia mais como agir. Aguardei então para saber qual seria a reação dela, se iria me falar algo ou iria se manter calada, mas o medo dela contar para alguém me fez falar com ela após alguns minutos em silêncio.
Lentamente fui até seu ouvido e pedi desculpas. Disse que havia bebido demais e perdi a linha. Pedi desculpas baixinho e disse que nunca mais faria isto. Ela respondeu no meu ouvido:
– Tudo bem! Eu sei como é. Fica tranquilo! Não vou contar para ninguém.
Fiquei calado toda a viagem de volta até chegarmos e descermos na rodoviaria da cidade. A maioria das meninas encontraram familiares que foram buscá-las, restando apenas eu, Mery e mais duas garotas. Chamei um taxi afinal todas iriam para o mesmo itinerário, umas desceriam antes e outras depois e eu levaria todas em casa e voltaria com o taxi até meu apartamento.
Entrei no taxi e fui atrás, ao lado de Mery. Confessor que propositalmente para ver se ela diria algo ou se ainda poderia rolar alguma coisa, pois de todas as meninas que deixaria em casa, a Mery seria a última e naquela altura do campeonato, apesar da vergonha e do medo que tava da situação, eu ainda tava doido de tesão pela novinha e louco para pelo menos roubar um beijo dela. Aquela velha e terrível vontade de aventurar-se e correr riscos que eu ao longo da vida tive comigo.
Fomos então em direção a casa da primeira garota deixar ela, no trajeto Mery voltou a puxar assunto comigo, o que de fato foi um bom sinal de que pelo menos o fato ocorrido na van havia sido superado ou que com sorte ela queria que acontecesse de novo. Para minha alegria a segunda opção começava parecer possível pois durante a nossa conversa, Mery riu de uma piada boba que fiz com uma de suas colegas e deixou sua mão sobre minha coxa a agarrando e logo após deixando sua mão repousar sobre minha perna. Com tesão e medo de alguém perceber o ato dela e sua mão ali, coloquei meu casaco no colo em cima da mão de Mery, tapando todo o visual para que as demais passageiras do carro não notassem. Isso foi a melhor atitude que tomei aquela noite, pois a Mery decidiu ousar e começou a alisar minha perna em direção ao meio de minha coxa. Na hora olhei para ela com cara de assustado e ela correspondeu ao meu olhar com um sorriso discreto, se aproximando de meu ouvido e cochichando:
– Posso deixar minha mão ai ou prefere que eu tire?
Respondi com a voz insegura:

– Pode.. mas você sabe o que tá fazendo?
Ela de pronto responde:

– O mesmo que você há alguns minutos atrás.
Eu replico:

– O que você acha que eu estava fazendo?
Ela então com um sorriso e um suspiro responde ao pé de meu ouvido:

– Sendo safado!
Não dava pra pensar muito e ali eu tinha que tomar uma decisão rápida, foi então que segurei sua mão e levei até meu pau duro. Ela na hora fez menção de retirar a mão, meio que no susto mas insisti e recoloquei sua mão sobre meu pau, por cima da calça. Ela então deixou a mão ali sem movimentar um centímetro dela. Então segurando sua mão, apetei ela contra meu pau e fazia movimentos de cima para baixo, forçando ela a me masturbar por cima da calça. Ela então suavemente agarrou meu pênis e com a ponta dos dedos abriu meu ziper deixando sua mão correr para dentro de minha calça e retirando todo meu pau para fora, alisando com maestria de uma mulher experiente mas com a delicadeza e suavidade nas mãos de uma menina.
Foi um suspiro quase que gemendo, foi assim que respondi ao seu afago e meu pau quase que em erupção pedia para gozar. Mantivemos aquela situação por um tempo até eu ousar um pouco mais e colocar minha mão em suas coxas, por baixo do vestido, indo de direção até sua xoxotinha. Cuidava a todo instante suas colegas para não verem o que corria pois ali havia mais luz e estávamos todos muito próximos dentro do carro, mas em nenhum momento deixei de prosseguir com meu toque até sua deliciosa xoxotinha e sentir ela úmida e quente, apertadinha, fechando a ponta do meu dedo que a invadia.
Eram suspiros e gemidos baixos, mas os dois masturbavam-se um ao outro. Treinador e aluna mantinham escondidos uma deliciosa troca de toques e explodiam de tesão um pelo outro. Mantivemos esta situação até a última menina descer e então que solicitei ao motorista do taxi que me levasse até meu endereço. Assim que partimos, sem qualquer indiscrição ou pudor, beijei sua boca e indecentemente abri suas pernas, enfiando meus dedos em sua xoxotinha apertada. Baixei a parte e cima de seu vestidinho e beijei aqueles seios firmes e durinhos, enquanto o motorista assistia tudo e já se tocava olhando-nos pelo retrovisor.
Era uma situação arriscada, infame e extremamente excitante que se encaminhou para um desfecho delicioso assim que chegamos no apartamento. Já na escadaria eu ia por trás dela, alisando sua bela e enorme bunda, tocando seu corpo por inteiro e beijando sua boca.
Entramos no AP e imediatamente deitei ela sobre o sofá da sala e abri suas pernas, enfiando minha língua em sua xoxota e beijando como se beijasse a mais bela boca, deixando minha língua deslizar freneticamente e sentindo todo seu gosto perfeito em minha boca. Era a sensação mais proibida e deliciosa que eu poderia sentir e o tesão que eu tinha me transbordava ao ponto de me masturbar enquanto a chupava.
Fiquei chupando ela por longos minutos até retirar minha calça e me posicionar em pé em frente a ela, que sentada no sofá inclinou-se em direção ao meu pau e segurando ele pela mão o conduziu até sua boquinha pequena de boneca e começou a chupar como uma dama safada.
Meu tesão era descontrolado, eu gemia alto e ecoava em meu apartamento, pouco ligando para os vizinhos e pouco ligando para a situação que de nada era correta, afinal eu estava enfiando minha rola grossa na boca de minha atleta novinha e volta e meia batia com minha rola no seu rosto,
Já enlouquecido coloquei ela de 4 onde chupei sua xoxota por mais um tempo até me posicionar e ajustando sua calcinha para o lado, enfiei todo o meu pau grosso naquela xoxotinha pequena que parecia totalmente pronta a me receber. Foram movimentos inicialmente leves e estocadas aumentando a força e a intensidade a medida que metia naquela novinha princesa e tesuda e agarrava aquela bunda descomunal e perfeita que ela tinha.
Longos minutos se passaram e eu socando ela de 4, agarrando com força aquela bunda perfeita e ouvindo os estouros de nossos quadris batendo um no outro até que sentei ao sofá, exausto, solicitei que ela sentasse em meu colo e mostrasse tudo que sabia, e confesso que apesar de novinha ela já sabia bastante sobre o que fazer, além de não ser mais virgem ela sabia rebolar como uma putinha e agora assim como na festa, ela dançava e rebolava, só que em cima do meu pau duro e grosso.
Levei ela para cama, deitei ela de bruços e subi em cima dela, estocando com força, depois a colocando de 4 e enfiando sua cabeça no travisseiro, fodi ela como se fode uma puta e com mais força ainda enfiei toda minha rola em sua xoxotinha até não mais aguentar e acidentalmente gozar dentro de sua xoxotinha jovem e apertada
Lembro de que foram longos dias apreensivo com medo de ter engravidado ela, e o risco disto criar uma reviravolta em nossas vidas. Eu tinha namorada, ela era minha atleta e muito mais nova que eu, ou seja, isto era errado demais e eu não faria ideia de como proceder se caso tivesse a engravidado,

Passaram-se longos dias até confirmar que não havia gravidez e até este dia não mais ficamos um com outro. Decidimos depois deste período não voltar a ficarmos para que não ocorresse de alguém saber ou criar-se problemas maiores em relação a equipe. A ideia pelo menos foi esta, mas inevitavelmente acabamos ficando outras vezes após este dia e mantivemos nossa relação apenas em sexo e segredo até ano passado quando mudei de cidade e deixamos de nos ver.
Este foi o relato sobre uma de minhas mais excitantes experiências sexuais. Espero que gostem! Fico a disposição para contato e troca de experiências.
Até a próxima!

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