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Contos eróticos – Aventuras de um marujo III

Bewunetwa, ela chega primeiro no aeroporto e Robert se manifesta em pega-la, Lélo chegaria depois de três ou quatro dias, Bewunetwa beija-lo no salão principal, se beijam como dois adolescentes, ele carinhosamente pega em sua mão e a leva para um hotel em SP, o mesmo que o seu marido ficou quando ele Lélo veio a primeira vez ao Brazil, os dois apenas falando em inglês, ele passou o dia inteiro com ela, basicamente uma lua de mel, e depois voltou para Santa Catarina, a esposa de Roberto vai pega-lo no aeroporto e um silêncio durante o trajeto de volta para a casa deles,
 
Até que Beth pergunta se eles os dois fizeram amor, uma vez que ele estava apaixonado por ela, por Bewunetwa, esposa de Lélo, ele olha com lágrimas e disse a Beth que achava que sim que ele havia se apaixonado por ela, Beth para o carro, e pede para ele sair o deixa na pista e volta para casa sozinha, mas as coisas dele estavam no carro, e ela resolveu abrir as malas dele, ao chegar ela abre as malas e encontra o amuleto que havia ganhado do Lélo o esconde em seu quarto dentro de uma caixa de aço inox, chorando, neste momento ela passa mal, muitas dores abdominais, e náuseas, e se lembra do último momento em que esteve com Lélo, há oito semanas também em São Paulo, em um evento junto com o Robert, um evento sobre obras de arte, onde ela passa basicamente duas noite sozinhas regato a muito sexo, sem o Robert, ela liga para seus pais que a levam imediatamente para o Hospital, e em seguida chega Robert, que havia sido avisado por telefone que ela estaria no hospital em Itajaí.
O diagnóstico médico era gravidez, todos naquele momento ficaram festivos afinal era o primeiro bebe do casal, Beth já com Vinte anos de idade, Robert, preocupado, pergunta a Beth se o filho poderia ser do Lélo, e ela responde que tem dúvidas pois ela mantinha relações com Robert e Lélo, e ele sabia que isto poderia ser uma realidade.
Ao Chegar Lélo em SP, Roberto vai vê-lo, juntamente com Bewunetwa, e passa a dizer o que estava acontecendo e que Beth estava grávida e provavelmente ele seria o pai, claro que Lélo, tem esta previsão com sigo, e já sabe que o filho será dele, assim como sua esposa terá um filho com Robert, olhando para Bewunetwa,
 
Lélo inclusive fala sobre o sentimento de Robert por Bewunetwa, e que achava melhor tomar uma decisão sábia, ela fica extremamente ansiosa com isto, e sai da sala onde estavam e vai para o quarto os dois ficam a sós, Lélo e Robert, e se abrem um para o outro, Lélo diz estar apaixonado por Beth e Robert diz estar apaixonado por Bewunetwa uma linda negra etíope uma deusa núnia com curvas absolutamente estonteantes uma linda mulher, incomparável, e Beth uma linda e bela mulher com curvas e uma mente privilegiada. As duas basicamente ficaram gravidas no mesmo mês, e as duas resolveram ter seus bebes no mesmo dia mas isto não foi possível nasce Fernando filho de Beth um lindo bebe negro nasceu com algumas complicações tanto Beth como Fernando, e depois de quatro dias nasce Henrik filho de Bewunetwa um lindo garoto branco, tanto ela como o bebe nasceram com grande saúde, e saíram no segundo dia, juntamente com Robert e Beth, os dois casais resolveram para evitar problemas trocar os bebes, mas garantiram livre acesso as crianças e seriam bem próximos, e assim o fizeram.
Quatro anos se passaram Bewunetwa e Lélo tiveram mais dois filhos no total três filhos, e Beth e Roberto dois filhos apenas. Com o nascimento do último filho de Bewunetwa, houve uma grande discussão entre Lélo e Robert, a ponto de brigarem com agressões físicas desse dia em diante as duas famílias se separaram, Lélo e sua esposa foram para Salvador e desde então não tiveram mais contato.
Chega o grande dia para que finalmente conheça o grande Lélo o mentor de Beth, eu John estava ansioso, e seria no dia seguinte já estávamos há dois dias na marina aproveitando aqueles dois dias de férias e eu já pensando na volta como seria, e passar em Ilha Bela para pagar o barco de Beth, acabamos fazendo varias amizades em Salvador na Marina, conhecemos vários velejadores com excelentes experiências.
John – Estou muito ansiosa para encontrar o Lélo, a última vez que nos vimos pessoalmente foi há 17 anos atrás, nos falamos apenas por telefone, e por Skype, estou aqui com o amuleto que ele deu a meu marido que acabei pegando no dia em que ele voltou do aeroporto depois de recepcionar a primeira esposa do Lélo, guardo comigo desde então ele me pediu para trazer este amuleto amanhã.
Eu basicamente ficava cada vez mais curioso para saber como era este cara, eu não vi nenhuma foto dele e de sua esposa atual, naquela noite dormimos em um hotel, Portobelo em Olinda, uma delicia, a primeira coisa que fiz foi ir para o banheiro e tomar um banho descente, nisto a Beth vem comigo, no box, nos beijando alucinadamente, ela de costas para mim, nossas bocas grudadas, eu sugando a sua saliva, ela roçando a sua bundinha na minha rola, agua quente caindo em nossos corpos, ela coloca as duas mãos na parede arrebitando ainda mais a sua bundinha e eu encaixo em sua bucetinha e desliza de uma vez inteiro ficando completamente enterrado, pulsando fundo em sua bucetinha já melada, fico com ele enterrado nos beijando ao mesmo tempo passeando minhas mãos em seus seios, e sinto ela gozar gostoso com a minha rola enterrada em sua bucetinha,

 
Fico ali bombando gostoso retiro de sua bucetinha e passo a colocar na entradinha de seu cuzinho, ela derrama um condicionador e em seguida deslizo ele por completo fundo em seu cuzinho vejo ele todo enterrado fundo em seu cuzinho, e fico ali fodendo forte o seu cuzinho, ela já bem arrebitada abrindo a bundinha para receber toda a minha rola, em seguida sinto seu anus se contraindo novamente e coloco meus dedos em sua vagina e ela pulsando e contraindo, mais um gozo dela, eu não aguentei e fodi mais rápido mais cadenciado e jorrei todo o meu esperma quente fundo dentro de sua bundinha, bem gostoso. Terminamos o banho juntos e descemos para jantar em um restaurante bem gostoso.
Ela estava usando uma saia branca altura acima dos joelhos, ela tinha um corpo escultural, no restaurante sentamos em um local privilegiado, ela de frente para mim, mas de costas para as pessoas, ela estava usando nada de calcinha, e pude ver a sua bucetinha ela me provocando, até que fomos para o banheiro, entramos no de deficientes que é maior, e ali não aguentei ela levantou a saia deixando a sua bundinha linda empinada com as mãos na parede e se apoiando no vaso ficando bem arrebitada de quatro, olhei para o seu cuzinho e estava ainda com esperma da ultima gozada, logo, ele serviria de lubrificante, ela pediu para que fosse na bundinha e em seguida coloco a cabecinha em seu cuzinho e em seguida vou deslizando até entrar por inteiro fundo em seu cuzinho, passo a foder aquele cuzinho delicioso, dentro do banheiro do restaurante, seu cuzinho estava bem abertinho e já estava bem vermelho, de tanta rola que há havia recebido hoje, retiro a minha rola e não aguentei e queria experimentar a buceta dela toda melada, eu sugo a sua buceta,
 
E bebo todo o seu mel enfiando a minha língua dentro de sua bucetinha melada, até sentir as contrações de sua vagina na minha boca e sentir ela gozar na minha língua, em seguida volto a comer o seu cuzinho, e deslizo ele todo e fodo ate formar uma espuminha branca entre o seu cuzinho e a minha rola, seu cuzinho já novamente vermelho ela abrindo a bundinha e gemendo alto, eu então não aguento e solto jatos e mais jatos de esperma quente fundo em seu cuzinho, e deixo a minha rola lá dentro enfiada. Ela se arruma e eu também, eu saio primeiro e em seguida ela sai e nos encontramos na nossa mesa, em seguida os rapazes trazem a moqueca de camarão tão desejada. A Beth se senta bem na pontinha da cadeira puxa a sua minissaia e abre as pernas ela pede para eu olhar, e ela solta toda a porra dentro do seu cu, no chão do restaurante debaixo da mesa, olhando isto eu quase gozei novamente, saindo tudo basicamente no chão do restaurante.
Saímos do restaurante a pé, e chegamos no Hotel, e ela me pede para ser fodida na sacada de nosso quarto, e pede para que eu filme a foda, queria dar mais uma vez o cu, e pediu para gozar novamente, ela de minissaia na sacada, chegamos em nosso quarto no décimo segundo andar ela se posiciona na sacada, levantando a saia e eu peguei o KY na minha mochila, e lambuzei o meu pau e fui devagar encaixei na entradinha e a beijei, nossas bocas e línguas grudadas e seu corpo se jogando para trás, sua bundinha se encaixando na minha rola novamente, haviam pessoas nos assistindo, e ela não se fez de rogada, a sacada transparente, com vidro, eu de bermuda, com o pau já enterrado em seu cuzinho,
 
Nossas línguas se cruzando, e minha rola já em um movimento de vai e vem, como há já havia gozado, eu demoraria mais para gozar, e fiquei apertando seus seios e nos beijando ela soltando gemidos com a língua na minha boca, e eu fodendo o seu cuzinho, não demora ela passa a gemer alto, e ficar mais arrebitada, e eu fodendo forte o seu cuzinho até que novamente gozei e ela simultaneamente com meus dois dedos em seu grelinho e sugando a sua língua, ficamos ali nos beijando na sacada, notamos um casal também transando na sacada era um prédio residencial, eram 1:30 da manhã.
Entramos ela ainda com a minissaia levantada, eu sento no sofá, e ela fica de costas para mim e desce agachada no chão na minha frente e derrama a porra na minha frente aparando com a mão, ela se vira e derrama toda a porra que colheu saindo do seu cuzinho e lambuza a sua bucetinha com aquele esperma todo.
Fomos para o banheiro, tomar banho juntos, eu me deito no box e ela desce na minha boca esfregando a sua bucetinha na minha boca, e a minha língua enterrada em sua bucetinha, e fico ali sugando a sua buceta e passeando a minha língua onde ela gosta la em cima até ela gozar fartamente na minha boca, em seguida escovamos os dentes e para a cama.
Finalmente o dia chegou, acordei sendo chupado pela Beth, senti a sua boca no meu pau ainda mole, quanto abri os olhos pude ver aquela bucetinha basicamente na minha boca, ela estava em cima de mim abri a bundinha dela e pude ver sua linda bucetinha já melada e seu cuzinho ambos bem rosa, minha língua entrou em sua buceta melada e passei a sugar cada gota e ela no meu pau engolindo eu sentindo a sua língua passeando de forma circular na minha glande é de enlouquecer isto, e não aguentei gozei jorrando jatos em sua garganta e em seguida ela goza na minha boca.
Pegamos as nossa bagagens check-out (apenas uma noite), levamos as coisas para o barco, ela pega o amuleto e seguimos para a casa do Lélo, finalmente.
Absolutamente incrível o fato de que as coincidências eram muitas, a cor da casa (cor de rosa) era a mesma do meu sonho, a porta era a mesma, simplesmente parecia uma cópia do que havia sonhado, quem nos recepciona era a empregada, que estava com eles há mais de 15 anos, uma senhora de uns 75 anos de idade, com um turbante branco na cabeça.
Ela nos leva até a sala, que para o meu espanto era muito parecido com o que eu havia sonhado, e quem nos recepciona foi a atual esposa do Lélo, era a Alberta, simplesmente uma mulher linda, morena não era a mesma do meu sonho, mas era muito mais linda e voluptuosa, seios fartos, bumbum grande e pernas torneadas.
Ela se dirige a Beth dizendo que estava muito feliz em nos ver afinal o Lélo fala muito dela, e olha para mim e diz que foi um prazer e que o Lélo também falou de mim, e que éramos especiais. Ela disse que ele desceria em breve estava terminando de atender a um cliente.
Ela estava usando um macacão branco, absolutamente simples e sem demostrar sexualidade, estava sóbria com uma camisa por dentro sem mostrar decote e o macacão cobria as suas coxas até os joelhos.
Ela segurava o amuleto que havia sido dado de presente para o seu ex marido Robert, pelo Lélo no qual ela havia tirado dele no dia que ele foi recepcionar a ex esposa do Lélo no aeroporto de SP.
Eu perguntei a Beth por que ela havia guardado a tanto tempo, aquele objeto, e ela simplesmente disse que algo a dizia para guardar e que no momento correto ela saberia o que fazer com este objeto,’ que ao meu ver tinha um valor sentimental para o Lélo muito grande afinal havia ficado com ele há duas gerações.
Na casa havia um objeto de arte africano o mesmo que eu vi no meu sonho, o cheiro da casa era de insenso, como eu havia tido no meu sonho.
Depois de meia hora, vejo um senhor passando pelo lado de fora da casa acompanhado pela sua empregada, e em seguida vejo o lendário Lélo, descendo as escadas de sua casa com um belo sorriso no rosto, um homem com uma áurea muito positiva e espiritualizado ele de cara me cumprimenta com um grande abraço depois de beijar o rosto da Beth e abraça-la por quase 5 minutos, depois de um choro dos dois.
Nos sentamos no sofá, basicamente na mesma posição do sonho, e ele passa a olhar nos meus olhos de forma séria e diz:
“ foram muitos anos, até aqui, você é a chave que fecha o ciclo, e Beth deve confiar em você, ela foi amada por dois homens mas os dois não a mereceram, e você é a pessoa que ira ajuda-la a sair do mar de conflitos que ela se encontra, você John é a pessoa que segurará em sua mão e a levará para o barco da felicidade”..
Ele olha para ela e diz, a viagem de barco reforçaria a metáfora, e a ajudaria e compreender, que nada vem por acaso, encontrar com o John em Ilha Bela depois de sua viagem saindo de Itajaí, parando no Guarujá e depois em Ilha bela justamente naquele lugar não foi por acaso Beth, tinha que ser assim.
Ele pergunta para a Beth se ela havia trazido o talismã que havia dado ao Robert, ela disse que sim e entrega em sua mão, em seguida ele pega o talismã segura-o com as duas mãos e levanta para cima em sinal de respeito pelos seus antepassados.
O Robert está bem, conseguiu seguir o seu caminho, o Henrik e o Fernando ainda bem que se gostam muito e são amigos, eu sei disto, a única forma que temos de fazer a coisa dar certo é falar a verdade para os dois.
Eles falaram, e eu passei a compreender melhor os fatos o Fernando embora branco tinha traços que não eram dos dois e ao ver a foto do Henrik na parede pude compreender melhor os fatos e sabia que ali haviam os nós, e dos gigantes.

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Segundo Lélo, Depois da última viagem para a Asia o Robert pegou uma doença sexual na Tailândia há uns seis anos atrás, ele tentou passar uma mensagem e ele não respondeu, e de fato não queria mais contato com ele, a Bewunetwa em sua morte uma de suas últimas palavras foi “Robert”, ela amava muito ele, e ele teve que suportar isto todos estes anos ela amando o Robert o marido de Beth, ele conseguiu superar isto ao longo dos anos
Beth fala que concorda com o Lélo e que depois desta viagem ele nunca mais procurou ela e ela veio a ter contato sexual comigo apenas.
Toca a campainha e o dono da pousada em ilha bela chega na sala do Lpelo, fiquei absolutamente surpreso, estupefato, vendo o Jorgen, os dois passaram a conversar ao lado de fora, ele parecer estar bem apreensivo, e entra junto com o Lélo.
Jorgem me comprimeta com um abraço e diz estar preocupado e comenta para sairmos rápido e que corremos um sério perigo em Salvador, Lélo, nos olha e diz para ficarmos tranquilos que nos ajudará e depois explicaria tudo com calma.
Jorgen, disse que deixou a pousada com a sua esposa e que ela cuidará, disse também que o barco de Beth foi destruído, mas esta ainda flutuando, parece que estavam procurando algo de valor, e disse que já providenciou a segurança para os filhos de Beth, que o Lélo havia conversado com ele sobre este tema da segurança por muitas horas.
Eu fiquei confuso, a Alberta já desce com uma mala, Jorgen, Beth e eu vamos para o carro o Jorgen dirige e vai para a marina, vamos para o meu barco, em seguida recebo uma coordenada em um papel, que basicamente é sentido caribe, eu disse que não havia provisões nem combustível, em seguida Jorgen disse para pararmos em uma outra marina em Pernambuco, para abastecermos ao máximo agora e depois em Pernambuco colocaríamos provisões de alimentos e mais combustível.
No caminho Alberta disse que ela recebeu um aviso de que Beth estaria sendo perseguida, e eu por tabela, o Jorgen havia visto quatro homens todos basicamente gigantes e não eram brasileiros lembravam russos, chegamos a bordo do meu barco, parei no posto e abasteci rapidamente com agua doce e diesel, e mais 90 litros que ficavam em recipientes no convés de bombordo e boreste, a Alberta estava com uma mochila grande e o Jorgem com uma mala.
Saímos por volta das 15:00 da marina sentido Recife, por volta das 19:00 horas 4 horas de navegação o celular da Alberta toca, e era o Lélo informando que de fato havia um grupo que estavam tentando nos pegar, e inclusive ele encontraria conosco na coordenada especifica e que a partir daquele momentos não falaríamos mais por telefone celular, apenas por cartas, ou celular satelital.
Ficamos nos indagando sobre o Porque, Beth simplesmente atônita e preocupada com os seus filhos, onde já estavam com segurança particular, pagos pelo Lélo.
Eu disse que isto estava relacionado diretamente com o Robert, pois a morte dele era algo complicado de compreender, segundo o Lélo era uma doença sexualmente transmissível, mas isto estava com cheiro de queima de arquivo, e Jorgen disse o mesmo, Alberta ficou sem falar nada ela estava visivelmente preocupada.
Ventos sudeste, batendo na bochecha de boreste a 42 graus da proa a boreste, navegando a 5,5 knots e 28 knots de vento, uma velejada muito boa até as 6:30 da manha quanto passa de 40 knots de vento e vento de través de bombordo, navegando orçado, era o meu turno e a Alberta vem me oferecer um café, ela já mais a vontate, estava usando um shorts minúsculo, e top preto, uma mulher linda, estava preocupada com as nossas vidas e com o Lélo. Disse mais uma vez que havia algo bem complexo no ar.
Pelas 14:00 do dia seguinte há avistávamos recife, entrei em contato com a marina sobre provisões (agua e combustível), e já alugamos um carro, eu sai com o Jorgen assim que chegamos na marina, e meu telefone toca, e era o zelador do prédio que morava em SP, onde fui informado que entraram no meu apartamento e roubaram quase tudo, estava todo revirado, e meus dois computadores foram roubados, segurei firme, disse que chamasse a policia, eu estava no veleiro e longe e não poderia fazer nada, disse para ele organizar as coisas e trocar as fechaduras.
Comentei com o grupo, sai com o Jorgen e fomos ao mercado e durante a ida ele disse que as pessoas que entraram pareciam russos e simplesmente reviraram o barco inteiro dela. Eu disse que estava convencido de que era algum negócio do Roberto. Pegamos provisões calculei para 30 dias 4 pessoas.
Saímos de Recife, sentido Caribe nas coordenadas que havia recebido da Alberta, onde nos encontraríamos com o Lélo, calor de 35 graus, todos a vontade Beth já usando um biquine preto, e a Alberta um fio deltal azul que não cobria a sua buceta, o Jorgen quase infartando olhando para a Alberta, as duas la em baixo, conversando e eu e o Jorgen, falando sobre a vida de como nos conhecemos em uma viagem para Dinamarca, onde ele era o head de marketing de um cliente nosso e eu era o CEO da empresa que trabalhava, nos conhecemos em Kophenhagen, no hotel, e acabamos ficando bons amigos, combinamos em revessar de 12 e 12 horas e a Alberta iria me substituir, estávamos a 1,2 milhas da costa 3:30 da manha, ela fica do meu lado disse a ela sobre os instrumentos, e ela em um movimento do barco acabou sentando no meu colo por acidente, segurei a sua cintura, ela se levanta e pede desculpas, eu comentei com ela sobre o meu sonho, basicamente contei em detalhes, ficamos trocando olhares, eu completamente exitado, por ter relembrado um sonho completamente maluco, ela disse no meu ouvido sussurrando que queria muito me chupar, e eu voltei no ouvido dela e disse que idem adoraria sugar a bucetinha dela. Eu coloquei a minha mao por dentro de sua calça e coloquei dois dedos em sua bucetinha por cima do fio dental e trouxe os dedos para a minha boca e provei o seu suco delicioso, meus dedos estavam melados, em seguida ela abaixa o shorts fica na frente do timão eu travo ele ela estava apenas de fio deltal que coloco para o lado, ela de costas para mim com as suas mãos segurando a roda de leme, abro a bundinha dela, e passo a minha língua em seu cuzinho e em sua bucetinha, lambendo ela toda melada. Ela arrebitando ainda mais para mim, e eu abrindo, e passeando a minha língua fundo em sua bucetinha melada, fiquei lambedo ela até ela gozar na minha boca, ela se vira levanta e abaixa o meu shorts, e coloca ele inteiro em sua boca, sugando ele devagar com se estivesse aproveitando cada segundo, como eu estava muito exitado alias muito, eu acabei gozando rápido em sua boca, soltando jatos de esperma fundo em sua garganta, peço para ela me beijar com a boca ainda com esperma, e nossas línguas se tocando, em meio ao meu esperma ainda quente em nossas bocas, ficamos ali nos beijando.
Vou para dentro do barco, para dormir um pouco e encontro a Beth chorando, ao meu lado, pergunto o que foi e ela disse sobre os seus filhos, O Jorgen estava dormindo na cama do salao principal e eu e a Beth no quarto da proa, me deito do seu lado e abraço bem a Beth, ate ela acalmar, ela disse a mim que estava a fim de transar com a Alberta, ela era bem gostosa, e que as duas já se beijaram a tarde quase transaram só não transaram por culpa do Jorgen que resolveu entrar na conversa e dormir na Sala, eu disse a Beth que havia chupado ela bem gostoso e ela a mim, mas não transamos ainda, ela perguntou se o Jorgen participaria, eu disse que pode ser, mas não sabia se ele iria ou não, ele parecia ser bem conservador, e cheio de pudores, disse que falaria com ele sobre o tema, a Beth disse que as duas iriam provocar no dia seguinte para ver o que aconteceria.
As coordenadas eram Martinica, estávamos já próximos a passar na altura de Paraíba, a mais de 1,8 milhas da costa. Eu acordei por volta das 8 horas a Alberta ainda segurando a roda de leme, disse a ela que o Jorgem faria o turno, e que eu prepararia o café, terminamos o café por volta das 10 horas com ovos, suco, café e pães, as duas tomam banho, em banheiros diferentes, e saem nuas para se trocar no quarto, e nisto o Jorgen vendo tudo, olhei para o shorts dele e ele aparentemente exitado, era a Beth, perguntei a ele, o que você achou dela? Ele disse que as duas são extremamente gostosas, mas a Beth faz mais a praia dele, ele confessa para mim que nos viu transar, ela estava com uma lingerie vemelha estávamos no deck ele estava bem em baixo e pode ver de camarote ela sendo fodida ele disse que viu quando eu comi a bundinha dela, ele ficou olhando e gozou junto basicamente ele estava arrumando as coisas no canto da bagunça e viu acidentalmente, eu disse a ele que ela poderia transar com ele se ele quisesse, e ele disse como eu olharia isto e disse que de forma natural, e a Alberta participaria, quando disse isto o Jorgen ficou vermelho, ele tem mais de 60 anos.
As duas sobem o deck, eu o o Jorgem um em cada lado no cockpit na popa (parta do final do barco), olhando para a proa (parte da frente do barco), e olhamos as duas subindo quase que de câmera lenta, sem a parte de cima com os seus seios a mostra, cada uma com um fio dental minúsculo, com cabelos molhados depois do banho, parecia um filme, rodando em câmera lenta, elas desfilam com cara de paisagem, eu e o Jorgem com olhos fixos, Beth e Alberta, cada uma com o seu sexapeal, Alberta mais exuberante, e Beth mais safada com um ar de insaciável e concupiscente, o Jorgen, não tirava os olhos da Beth, notei que ele tinha uma tara por ela, ele havia visto nossa foda em sua pousada viu bem na hora que meu pau estava entrando em sua bundinha, olhando de cima para baixo, acho que isto engatilhou o seu imaginário, as duas se dirigem para a proa para tomar sol, uma passando protetor solar uma na outra, o Jorgem passou a se masturbar na hora eu disse a ele para guardar as energias, ele disse que queria gozar para demorar na segunda, ele disse que gostaria de foder a Beth, eu disse a ele que deveria seguir seus instintos lascivos e fode-la com gosto e derramar toda a porra dele dentro dela, disse que ela gostava de receber porra, em todos os seus orifícios, quanto terminei de dizer isto ele havia gozado, guardou a rola, e ficou apreciando as duas com as suas bundinhas com fio dental, tomando sol, olhando os instrumentos estávamos passando por Natal, RN, depois de uma hora as duas descem apenas acenando com os dedos para acompanharmos, ambas completamente lambuzadas de protetor solar, molhadas de suor, disse e eles que desceria em segundos iria apenas ajustar os controles e o rumo, olhei o radar e o GPS e IAS nada de estranho deixei os monitores ligados e alarmes caso alguma surpresa, quando descendo para o deck vejo o Jorgen deitado na cama da sala principal, a Beth sugando sua rola e a Alberta em cima da boca dele, esfregando a sua buceta melada, fiquei apenas apreciando, tirei a roupa, e fiquei com o pau para fora punhetando, em seguida vejo a Alberta gemendo e chegando ao clímax em um gozo lindo,
 
Ela tremendo na boca do Jorgen e a Beth recebendo porra em sua boca, a Alberta desce da boca do Jorgen e vai beijar a Beth com a sua boca ainda cheia com a porra do Jorgen, as duas se beijam de língua deixando o esperma escorrer por entre os seus seios, a Alberta se vira e fica de quatro bem arrebitada para mim, a Beth, abre bem a sua bundinha e derrama um pouco de esperma no cuzinho de Alberta e desliza um dedinho em seu cuzinho deixando ele enterrado e outro enfiando em sua bucetinha, enquanto isto o Jorgem passa a sugar a buceta da Beth, fiquei punhetando e em seguida coloco a minha rola na buceta de Alberta deslisando inteiro fundo dentro dela, e fiquei fudendo aquela buceta bem melada bombei até ela gozar na minha rola, e ao meu lado a Beth gozando na boca do Jorgen, retirei o pau da buceta de Alberta e deslisei ele para dentro do cuzinho dela, era bem apertado, e ela estava pressionando ele para que ele saísse, era uma delicia, e eu empurrando, até que ele deslisou inteiro ficando cravado fundo em sua bundinha ela abertinha a Beth estava abrindo a bundinha dela para que entrasse mais rola naquele cuzinho, ela gemia, e eu urrava de tesão,
 
Jorgem estava assistindo, já com a rola novamente dura, Beth estava ajudando com a boca no meu saco, sugando ele enquanto bombeava no cuzinho de Alberta, logo senti que a Beth estava se movimentando para frente e para traz e notei que ela estava sendo fodida e perguntei se era na buceta ou no cuzinho ela disse que era no cuzinho, e volta a sugar o meu saco, eu prestes a ejacular no cuzinho de Alberta mas resolvi segurar, as estocadas na Beth estavam fortes ela estava batendo a sua testa na minha bunda com força com o meu saco em sua boca e minha rola entrando e saindo do cuzinho de Alberta, eu já na lua querendo gozar Alberta pedindo porra athe que ouço o Jorgen gemer mais alto e Beth para de sugar o meu saco para gemer e urrar alto, dizendo que queria porra fundo em seu cuzinho, e que ele não parasse as duas pedindo porra em suas bundinhas e não aguentei e soltei todos os meus jatos de porra fundo em seu cuzinho,
 
E Beth acabara de receber porra dentro de seu cuzinho também, as pernas das duas bambas tremando elas se jogam na cama com as pernas para fora da cama e levantam as suas pernas para cima com a bundinha para fora da cama, em seguida vemos todo o esperma de seus cuzinhos saindo, caindo no chão em cima da toalha de banho, saindo muito esperma, o puto do Jorgen filmando as duas o cuzinho da Beth ainda estava bem aberto vermelho ainda com restos de porra, saindo tudo e Alberta ainda derramando um pouco, demos uma parada, o Jorgen ficou la em baixo, e eu subi, em seguida sobe a Beth, ela disse que havia gozado gostoso no pau do Jorgen,
 
Ele a comeu com uma vontade parece que inigualável, com muito desejo e em seguida disse a ela que ele havia nos visto na ultima vez que ficamos em sua pousada ele estava espiando ela sendo fodida com a calcinha vermelha, ele viu exatamente o momento que comi a sua bundinha, ela disse que isto se explica, ficamos abraçados, demos um beijo apaixonado, e ficamos olhando o por-do-sol, maravilhoso, estavamos com 30% de navegação percorrida, e estávamos rumando sentido Martinica. Abri um vinho e fiquei namorando a minha querida Beth totalmente satisfeita, ficamos abraçados olhando o por-do-sol bebendo o vinho tinto, em mais 10 horas de navegação passaríamos a linha do equador e estávamos preparando para a festa de passagem, ficamos abraçados até umas 9 horas com a lua linda nos brindando com a sua luz, e as estrelas, noite incrível com ventos de alheta de 30 knots o barco navegando a 6,5 knots, ficamos rindo das besteiras que fazemos, e ao mesmo tempo preocupados com o Lélo, e com a perseguição por alguns momentos conseguimos nos desconectar da realidade, falando isto, a Alberta sobe com o telefone satelital iridium e havia uma mensagem, dizendo :
CHEGUEI BEM, TOMEM CUIDADO AO ATRACAR, CHEGEM PELO LADO SUL DA ILHA HAVERÁ UM BARCO PARA PEGA-LOS E EM SEGUIDA UM CARRO, TOMEM CUIDADO.
Alberta e Jorgen, estavam nus, quando subiram, haviam transado todo aquele tempo. Estávamos todos com uma certa ressaca de sexo, Jorgen passa a falar de sua esposa, que ela nem em sonho participaria de uma suruba dessas, ela era aparentemente bem recatada, a Alberta disse que estas eram as mais lascivas e sexuadas, a esposa de dele era carioca filha de comerciantes e havia se encantado por ilha bela e passou a administrar uma loja e em seguida se conheceram e casaram e não tem filhos.
Depois de sete dias, faltando 3 dias para chegarmos ao destino bate uma frente fria pesada com ventos de mais de 60 knots, eu tive que assumir junto com a Beth ela era velejadora experiente, e conseguimos negociar com as ondas e ventos, e finalmente parou a tormenta no décimo dia, antes desta tormenta mais 10 mensagens chegaram e todas eram de preocupação os meninos (filhos da Beth e Lélo estavam de alerta), e claro passamos a cogitar vários cenários, um deles era sobre a hipótese do Roberto ter se envolvido com tráfico de obras de arte, Beth disse que impossível, mas, nunca se sabe…
Alberta, e Jorgen fizeram sexo todos estes dias pelo menos duas a três vezes por dia, eu e a Beth ficamos mais no cockpit ora brincando ora conversando, contando piadas e falando sobre o passado de Robert e falando da primeira vez que eles transaram a três com o Lélo e da vez que fizeram uma orgia a 4 em Martinica, Lélo, sua esposa ela e o Robert, fiquei sem folego só de ouvir o que eles fizeram era absolutamente pesado demais, mas passei a gostar ainda mais de Beth, fiquei tão preocupado com a primeira mensagem que passei a brochar, acho que o Jorgen não tinha tanta noção do que esperava, ele e Alberta pareciam em lua de mel, as vezes Beth descia para ajudar ao casal, Jorgen tinha verdadeiro fascínio pelo cú de Beth, que até brincamos em fazer uma tatuagem no bumbum de Beth com um texto “pertence ao Jorgen” com uma seta apontando para o cuzinho dela, ele gostava de foder a buceta da Alberta e o cuzinho da Beth, e eu mais preocupado ainda fiquei sem folego e tesão para transar queria apenas chegar faltando algumas horas, no dia seguinte avistamos terra, e contornamos para chegar no ponto de encontro, coloquei o barco na poita combinada, e levantei a bandeira de Alpha Charlie, como sinal para receber a carona, já estávamos todos preparados, travei e coloquei as câmeras de bordo ligadas, conectadas a internet, e as travas com alarme em todo o barco, chega a lancha carona e fomos para bordo, com um marinheiro local que falava apenas espanhol.
Chegamos a uma casa de praia linda, do lado oposto da ilha do hotel de onde passam uns dias os quatro há 20 anos atras, uma casa toda preparada, haviam seguranças disfarçados por toda a casa no deck, na entrada, haviam pelo menos 6 capangas, entramos na sala e la estava o Lélo, ele havia chegado de avião parando em 4 lugares diferentes, havia chegado 6 dias atrás, os dois se beijam Alberta e Lélo, eles se amavam dava para ver, Lélo olha para Jorgen e pergunta para ele se ele havia comido bem a esposa dele e ela respondeu que sim mas ele estava apaixonado mesmo pela bundinha de Beth, e demos rizadas, dito isto, entramos e fomos todos para a cozinha, onde nos sentamos na mesa e Lelo passa a dizer que existe alguma coisa que o Roberto escondeu que um grupo quer muito, e ja faz um certo tempo, e alguma coisa despertou isto, algo que estava adormecido.
Falamos sobre horas e horas sobre possibilidades até que Jorge pergunta se havia algo diferente que Beth ou Lélo haviam feito.
Beth, diz que a única coisa diferente foi pegar o objeto ou talismã que havia pego de Robert no dia em que ele chegou de viagem de SP depois de pagar a ex mulher de Lélo e o escondeu em uma caixa e em seguida passou a guardar no cofre.
Lélo sai correndo e volta com uma mochila, abre toma em suas mãos o objeto, e passa a olhar com detalhes e grita um palavrão em Africans sua língua natal, e disse a todos que era uma replica, ele joga no chão espatifando em pedaços, a caixa e o objeto em formato de borboleta, em seguida algo estranho como se fosse um pequeno objeto dentro do amuleto que era uma cópia do original, ele pega um martelo na gaveta da cozinha, e espatifa o que parecia ser um sinalizador velho.
Todos atônitos sobre isto, e a pergunta quase que em uníssono é, onde esta o amuleto original?
Segue próximo episodio…..

Contos eróticos – Aventuras de um marujo III

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