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Era uma festa junina na quadra da minha escola de samba

Era uma festa junina na quara da minha escola de samba.
É aquele momento que me sinto a madame riquinha no meio da comunidade. Trabalho como modelo, a minha imagem é importante, eu preciso me destacar aonde eu estiver. E isso só aumentava ainda mais, ao chegar toda madame no meio de uma comunidade.
Só a minha bolsa e meu salto já valiam mais do que a casa de muita gente ali. Mas sei que no fundo, o que os tarados olhavam, era pra minha bunda. E eu adoro isso…
Ola, sou a [email protected] 1,70 de altura, 65 kg, 67 de cintura, 100 de quadril, 90 de busto e tarada num negão da classe operária.
Fui pra festa vestida de noiva, mas praticamente uma noivinha sexy comprada em sexy shop. Vestidinho curto no meio das minhas coxas, com saia soltinha cheia de babados. Decote nos meus peitos, meia calça arrastão e botinhas brancas de salto pra me deixar toda empinada.
O samba rolando, o vestidinho curtinho e as reboladas deixavam metade da minha bunda de fora enquanto eu dançava na pista. Um monte de macho me olhando o que só me deixava com mais e mais tesão. Um dia eu descubro o efeito que uma meia calça causa na cabeça dos tarados, mas é uma arma que sempre funciona.
Rolaria a brincadeira de casamento na festa, e eu ja havia combinado com um amigo meu de ser a noivinha da festa e casar com ele. Quando digo amigo, entenda um negao safado que me fode muito gostoso. E finalmente eu realizaria o sonho de casar com um negão desses, mesmo que de brincadeirinha.
Casamento no meio do salao, com um selinho inocente me beijando e uma maozada safada do noivo na minha bunda, tirando aplausos dos tarados que estavam assistindo.
Aquela mão enorme apertando a minha bunda só me fazia lembrar do tamanho de outras partes do corpo dele. Se tem algo que me tira do sério é um negao safado com jeito de cafajeste.
O safado apertava a minha bunda e sussurrava na minha orelha pra eu aguardar a lua de mel. Claramente eu tinha ido na festa vestida de noivinha esperando essa lua de mel, eu só nao esperava que seria tão movimentada rs.
Ainda ficamos um pouco na festa bebendo e jogando conversa fora, eu sentadinha no colo do meu “marido” e 3 amigos dele em volta numa mesa de buteco com copo de requeijão. Esses detalhes realmente mexem comigo. Me sentir ali toda dondoca largada na mão da classe operária.
E a mão ja alisava as minhas coxas, me perguntando se eu não queria dar uma esquentada na festa indo pra salinha da diretoria nos fundos da quadra da escola.
Levantadinha do colo, um tapa na bunda e um dedo apontando a direção. Essas foram as ordens que precisavam pra me fazer ir ate a tal salinha pra consumarmos a lua de mel
A sala era pequena, com um sofá velho, uma mesinha, duas cadeiras, um potinho de amendoim e umas garrafas de whiskey vagabundo. Aquilo representava o luxo barato que só alguns privilegiados da diretoria poderiam ter.
A minha bolsa sozinha valia mais do que tudo que tinha na mesa. A minha buceta valia mais do que a escola inteira. Esse era o maior luxo que um negão safado poderia comer naquela salinha.
Com meu negao sentado no sofá, fui sendo empurrada pra ajoelhar no chao e encarar de frente uma piroca grossa e preta na minha cara de patricinha. Com uma mão na minha cabeça fui sendo empurrada e convidada a mamar gostos aquela rola. Fiz o que sei fazer de melhor: cai de boca naquela pica
Ajoelhadinha entre as pernas do meu “marido” vestidinha de noiva, minha cabeça subia e descia chupando gostoso uma rola preta. Eu adoro chupar uma rola!
Subindo e descendo a cabeça, eu deslizava a minha boquinha engolinho e mamando gostoso aquele cacete. Subiiindo e desceeeendo, subiiindo e desceeeendo. Acho que meu pai morreria do coração de ver a filhinha dele chupando rola daquele jeito. Acho que a galera morreria na punheta de ver uma modelo caindo de boca na pica de um negao
Nhec nhec nhec nhec nhec era o barulho que o sofá fazia com aquele criolo enorme montado na minha frente, socava aquela piroca grossa na minha bucetinha de madame. Sentada no sofa, com as pernas enroladas em volta da cintura do meu comedor, meus pezinhos balançavam suspensos no ar
Cada nhec nhec meus pezinhos balanlçavam, cade nhec nhec uma rola preta fodia gostoso a minha bucetinha cor de rosa.
Vestidinha de noiva, eu tinha a minha lua de mel com um negão de pau grande me fodendo de verdade. Minhas unhas arranhavam as costas do negao, como uma gata no cio, deixando marcas no meu macho. Meus gemidinhos manhosa embalavam ao som da festa junina do lado de fora da salinha.
Ain ain ain me fóóóde, me fóóóde gostoso!!!
Minha botinha de salto balançando no ar enquanto eu abria as pernas pra um negao. Uma rola preta me fudendo do jeito que eu gosto, nao tinha como ficar melhor, mas ficou…
A porta se abriu, o som alto da festa junina abafou meus gemidinhos, os amigos do meu “marido” vieram brincar de lua de mel também. Mais rola preta pra noivinha…
Eu nao tive nem reação, meu negao so continuava socando e beijando meu pescoço, sussurrando ao pe da minha orelha e pedindo pr liberar pra galera. “Liberar pra galera” esse era o termo que ele usava, esse era o grau de respeito que eu recebia. Isso so me deixava com mais tesao ainda

– Vai, patricinha safada, libera pra galera

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Eu nem falava nada, so continuava gemendo manhosa com os pezinhos balançando no ar. A “Galera” ja chegou me vendo naquela situaçao, e meu negao nem se incomodou de continuar me comendo. eu menos ainda, me deu ate mais tesao ter uma plateia me assistindo.
Nao demorou pra plateia virar uma rola na minha cara.

Espremida de baixo do negão, so consegui esticar a maozinha pra segurar naquela pica. Mais uma piroca preta na minha maozinha. Aquilo sim era uma lua de mel…
Horas no salao fazendo as unhas pra terminar ali segurando um caralho grosso e preto. Horas no salao fazendo o cabelo pra terminar ali descabelada levando pica. Batonzinho caro recebido de um patrocinador pra terminar borrando o batom chupando rola. Uma não, tinham chegado mais 3 pirocas pra eu chupar gostoso…
Meu primeiro comedor seguida agarrado entre as minhas pernas socando gostoso na minha bucetinha de princesa, me puxando pelo cabelo e me apertando mais forte. já dava sinais de que ia gozar. Os outros 3 assistiam em pé de pau na mão, como lobos esperando a vez de comer a chapeuzinho vermelho.
Quando o safado desengatou de cima de mim, eu fiquei em pé e fui tentar tirar meu vestidinho pra facilitar a lua de mel. A reação foi imediata de todos, TODOS os safados estendendo a mão e gritando “NÃO!”
Eles realmente estavam tarados de me comer vestidinha de noiva…
Foi quando a minha lua de mel virou um batizado. Sentindo uma das mãos no meu ombro me empurrano pra baixo, cai ajoelhadinha olhado pra cima, e uma rodinha de rola se formou em volta de mim.
Uma patricinha feliz é uma patricinha com um monte de piroca na minha cara… Eu ficava zonzinha de tanta rola batendo no meu rostinho. Completamente tarada de tesão apanhando de pau na cara por todos os lados.
Uma mão segurando por trás da minha cabeça me empurrou pra engolir uma das picas na minha frente. Mais uma vez matando meu pai de orgulho ajoelhadinha mamando uma rola preta.
Era um caralho grosso, preto se impondo na minha cara. Assim eu fico tarada de vez…
Com uma rodinha de pica na minha cara, eu segurava rola por rola com a minha maozinha, ao mesmo tempo que tentava dar um beijinho em cada piroca na minha frente. Era uma lua de mel com carinho.
Eu matava toda minha tara de chupar pica, engolindo gostso cara piroca na minha boquinha, até que senti uma mão me puxando pra me levantar. Mas quando fui me levantar, não consegui ficar em pé. A mesma mão foi me empurrando pra inclinar o corpo pra frente, botando os cotovelos na mesinha, e ficando toda empinada e desprotegida praquele bando de tarado atrás de mim.
Ainda vestidinha de noiva, me equilibrando no salto alto, com a sainha levantada atrás, eu sentia uma mão me segurando pela cintura e a cabeça da pica pincelando a minha bucetinha por trás. A lua de mel ia começar de verdade.
Tec tec tec tec o barulho da mesa rangendo a cada varada que eu levava por trás se misturava com meus gemidinhos manhosa. Tec tec tec tec cada “tec” desses era uma rola preta na minha bucetinha de madame.
Mãos firmes na minha cintura, mãos firmes no meu cabelo, mãos firmes me dando tapas na bunda. Não sei quantas mãos esses caras tinham, mas me apertavam em todos os lugares.
Uma pica, duas picas, 3 picas, 4 picas… Quatro? A essa altura já tinha completado uma rodada completa e o primeiro tarado já estava me comendo de novo.
Empinadinha na mesa, eu era montada igual uma égua, aguentando 4 negões safados acabando com meu fôlego. Isso sim era uma lua de mel de verdade…
Não sei quanto tempo fiquei naquela salinha. Não lembro mais quantas picas eu levei. Eu não lembrava mais nem que a festa ainda tava rolando.
Quando abri a porta da sala, o barulho da festa, as pessoas circulando pela pista, parecia que todo mundo me olhava e sabia o que tinha acabado de acontecer dentro daquela salinha.
Toda torta, descabelada, maquiagem borrada, eu andava puxando a minha sainha pra baixo, tropeçando no meu salto e sem o menor sinal da minha calcinha, que alguém guardou de presente. Era assim que eu tentava sair pela festa até pegar um uber de volta pra casa.
Ainda vestida de noivinha, sem folego, descabelada, eu entrei no uber toda sentada de ladinho. O motorista me olhava pelo retrovisor tentando imaginar o porquê do meu estado naquele jeito.
Mas acho que ele percebeu, porque ficou me olhando a viagem inteira com cara de safado.
Eu gosto muito desses olhares, gosto muito de ser a piranha da galera. E adorei a minha lua de mel.

Era uma festa junina na quadra da minha escola de samba

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