Esposa de vereador pagando dívida de jogo com sexo


Meu apelido desde moleque é John.Atualmente tenho trinta e uns anos.Tenho 1,75 e peso 74 kg. Cabelos e olhos castanhos, tenho o corpo atlético e gosto muito de esporte. A parte que mais curto em meu corpo é o meu pênis. As garotas também. Ele não é muito grande e nem pequeno, 18 cm mas o charme está no seu formato. Glande bem robusta e um bocadinho grosso na extensão.CONTINUA APÓS A PUBLICIDADEPor alguns anos na minha vida eu trabalhei numa casa de bingo. Eu havia sido convidado por um parente distante a gerenciar uma casa de bingo no interior de minas gerais.Era uma casa de bingo média porém, única na cidade. Muitos clientes que frequentavam o bingo eram pessoas da elite; Comerciantes, vereadores, gerentes de grandes empresas,aposentados de alta renda, etc…CONTINUA APÓS A PUBLICIDADEAlém do jogo de bingo possuíamos também mais de 300 máquinas caça níqueis.Essas máquinas eram muito viciantes e vi muitos clientes perderem muito e ainda ficaram devendo pra casa.Elas eram o carro chefe da empresa.Mas teve uma cliente em especial, esposa de um vereador de uma cidade vizinha, que perdeu muito mais do que podia.CONTINUA APÓS A PUBLICIDADEVamos chamá-la de Tereza. Estava na casa dos 30 anos, era professora e seu marido era muito ciumento e bravo.Tereza era uma beldade, + ou – 1,70m, Cabelos e olhos castanhos escuros. um corpo de cavalona e muito orgulhosa.Os funcionários que a conheciam diziam que, depois que ela casou-se com um vereador, ficou muito orgulhosa e metida.Segundo eles, ela esqueceu-se rapidamente da sua origem humilde e passou a frequentar as altas rodas da sociedade, ignorando os antigos amigos e até parentes.Olhava todos como se estivesse num pedestal, ela era tão gostosa como nojenta. Nenhum funcionário gostava de atendê-la por sua antipatia.De início ela vinha jogar somente nos finais de semana, acompanhada do marido. Mas depois que ficou viciada, passou a frequentar o bingo todas as noites, após seu trabalho.CONTINUA APÓS A PUBLICIDADEA princípio o marido não gostou com medo dela viciar-se, mas sua preocupação estava em não ser corno. Depois que ele teve a certeza que ela vinha apenas para jogar, não esquentou mais a cabeça.Só que ele não sabia o quanto ela estava perdendo.No começo todos os seus cheques eram pro dia seguinte e nunca voltou um.Mas quando a pessoa vicia, ela perde o controle do seu dinheiro.Depois de alguns meses ela havia perdido não só o salário de cada mês como também toda sua poupança.Então passou a emitir cheque pré, algo que não concordei. Assim que ela soube que eu não tinha autorizado receber o seu cheque ela veio falar comigo.CONTINUA APÓS A PUBLICIDADENa verdade ela não veio falar, veio me intimidar perguntando quem eu era pra recusar o seu cheque … e por aí vai.A sua beleza e gostosura só se comparava com seu orgulho.Porém, o meu primo Jorge, que era um dos sócios, me garantiu que ela não daria calote porque era casada com um vereador, e me autorizou a receber seus cheques sem limites.Então informei aos meus funcionários pra não criar mais caso com ela.Mas incomodava vê-la passando todos os dias com o nariz empinado com um olhar de superioridade nas dependências da casa.Ela continuou jogando, e jogando quase todos os dias.Num determinado mês todos os cheques pré que ela havia passado voltaram.Quando os outros sócios me perguntaram por que eu havia dado tanto crédito assim pra ela, eu expliquei que como ela era esposa de um vereador fui autorizado pelo Jorge que não era pra negar nada a ela.Então eles pediram pra cortar o crédito e informar a ela que os cheques seriam reapresentados.Ela estava devendo uma quantia em torno dos R$ 18,000,00.Chamei ela no escritório e mostrei seus cheques. Disse que iria reapresentar todos no dia seguinte.Pensem numa rainha que perdeu a majestade de uma hora pra outra.Eu imaginava que ela iria esbravejar, brigar, me xingar mas foi nada disso.Ficou pianinha da Silva. Vi seus olhos se encherem de lágrimas mas ela segurou-as. Ela não iria me dar o prazer de vê-la chorar.Ainda tentando segurar um pouco do orgulho naquele rosto transtornado. Ela disse que não tem saldo em sua conta corrente pra cobrir a quantia.– Se vocês quiserem depositar que depositem, eles vão voltar e eu não vou pagar merda nenhuma, está entendendo?Virou as costas e saiu toda empinada mas bufando igual touro bravo.Eu liguei pros meus patrões e deixei eles a par da situação.Eles resolveram não cobrar o marido dela porque poderia gerar uma propaganda negativa pro bingo.Se vazasse pela cidade que a esposa do vereador perdeu mais de 30 mil reais, os clientes passariam a deixar de frequentar e mais difícil ainda seria arrumar novos clientes.Me orientaram a tentar reaver o máximo que fosse possível, mesmo que parcelasse a perder de vista.Na noite seguinte ela apareceu pra falar comigo. Ela disse que havia pedido um empréstimo no banco mas o gerente só liberaria se o seu marido avalizasse. Mas ela não queria que o marido soubesse que ela havia perdido todo aquele montante.O problema dela era exatamente esse… seu marido. Se ele soubesse que ela tinha perdido essa fortuna ela estaria em maus lençóis.Sabendo agora o seu medo, eu queria fazer ela perder aquele ar de realeza.– Olha Tereza, os meus patrões me pediram pra falar com seu marido caso os cheques voltem novamente. As despesas de uma casa de bingo são muito altas… aluguel, funcionários que são mais de 30, impostos… você entende?Antes de revelar pra ela o que meus patrões pediram pra fazer, eu queria sacanear ela por um bom tempo.Ela ficou parada por um tempo na minha frente, fez meia volta e se foi, sem dizer uma palavra.Meia hora depois que ela saiu, ela ligou e pediu-me para encontrá-la no estacionamento.Assim que cheguei ela abriu a porta do seu carro e me pediu pra entrar.Ela começou a contar um pouco da sua vida. O marido dela tinha mais de 50 anos e havia se separado da mulher pra ficar com ela. Nem nos papéis eles ainda eram casados.Ela permaneceu por um momento em silêncio olhando pra frente. Senti que ela travava uma batalha em sua mente.– John, eu não posso me separar do meu marido. Eu sou professora e você deve saber quanto é o salário de um professor no Brasil. O meu marido é um homem muito bom pra mim. Tudo que eu peço ele me dá. Você entendeu onde quero chegar?– Imagino que você não queira decepcionar seu marido.– Se ele ficasse só decepcionado tava bom. O problema é que ele me alertou sobre o vício, me fez jurar que eu não iria perder todo meu dinheiro no bingo, entendeu? Se ele descobre que eu já perdi mais de 30 mil ele vai me dar um pé na bunda…entendeu?Ela demonstrava preocupação somente com o que poderia perder. Não amava seu marido– John, por favor… me ajuda. Não deposita os cheques ainda.– Mas você tem onde arrumar pelo menos a metade Tereza?– Eu não conheço ninguém aqui, nem tenho família por perto.– Não sei o que posso fazer por você Tereza.– John, estou desesperada… me ajuda amigo.Depois que ela parou de falar eu disse a ela que se eu não cobrasse o marido dela, eu que arcaria com as consequências.– Eu faço qualquer coisa, me ajude.Falou e colocou sua mão na minha coxa e me encarou, olhos nos olhos.Eu tinha ficado com uma peninha dela e tava quase contando que iria parcelar… mas agora a situação estava ficando boa pro meu lado.Ela parecia ser uma mulher sem escrúpulos. Se ela era interesseira, eu também era, iria me aproveitar da situação.Eu fiquei calado por alguns segundos, senti ela roçar de levinho com os dedos na minha calça, como quem está acariciando.Senti ela desesperada, precisava saber até onde ela iria pra continuar levando uma vida de rainha.Eu comecei a gostar dela naquela noite e já não achava ela mais esnobe…Falei bem sério. Olha Tereza, os meus patrões pediram pra cobrar tudo de uma só vez… sabe como patrão é né…Eu posso tentar fazer o seguinte… quanto você poderia pagar por mês? Ela disse que até mil e quinhentos.Eu fiz uma careta pra ela pensar que era pouco. Então ela subiu um pouco mais sua mão na minha coxa, agora ela estava no meu pau por cima da calça e alisava bem de leve com os dedos.Olhei pra ela e fiz uma proposta…– Olha Tereza, eu posso dar um jeito na contabilidade pra camuflar essa dívida. Mas quero deixar bem claro que estou fazendo isso porque você é muito gostosa, e desde que a vi fiquei doido pra foder com você. Sua dívida é alta e eu estou arriscando meu emprego. Então… não vai ser só uma vez que vou te levar pra cama, entendeu meu lado?Ela fitou-me como quem gostaria de torcer um pescoço…– O que você está propondo não é justo, eu vou ter que transar com você muitas vezes e ainda ter que pagar minha dívida. Assim não tem acordo.– Eu não tenho como fazer sua dívida desaparecer, e nem tenho como pagar ela pra você.– Eu só toparia esse acordo se você me cobrasse apenas a metade dela.Eu pensei por um breve momento… Não seria difícil inventar umas despesas, desde que elas não chegassem a mil reais por mês. Juntando com os mil e quinhentos que ela pagaria. ( Quando se pensa com a cabeça debaixo…)Foder essa mulher virou obsessão.– Está bem Tereza, você paga a metade e eu pago a outra.– Estamos combinados então. – disse ela.– Se você entendeu mesmo então me mostra?– Você quer transar aqui no carro agora?– Eu quero que você termina o que começou. Tira meu pau pra fora e chupa ele.– Aqui no estacionamento pode chegar alguém.– Está escuro aqui e o vidro do seu carro tem insulfilme, ninguém vai ver nada.Ela ficou com medo se alguém aparecesse e nos flagrassem.Eu precisava ser duro com ela caso contrário ela sempre daria desculpas pra não trepar comigo. Tinha que deixar bem claro que dali pra frente ela seria minha puta.– Vai ter que ser do meu jeito ou nada feito.Afastei meu banco para trás pra dar espaço a ela, e fiquei esperando sua reação. Ela deu uma olhada em volta pra se assegurar que ninguém nos veria, abriu minha calça e fez meu pau pular pra fora e já o abocanhou.Nesse momento, algumas lembranças daquela beldade me veio a cabeça. Mas a cena inesquecível foi a do macaquinho branco combinando com sua pele bronzeada, mostrando suas coxas grossas e seus peitões empinados. Eu tinha batido muitas pensando nela.Ela até que estava fazendo uma chupeta bem feita, boca bem molhada e fazendo pressão com os lábios. Acho que estava gostando do meu pau. Enquanto ela chupava fui falando.– Tereza… acredito que o seu marido não faz ideia de como tratar uma mulher gostosa como você na cama. Eu vou te foder tanto e de todos os jeitos que você vai querer ser a minha putinha pra sempre.Esperei ela se manifestar com algum protesto por chamá-la de puta. Não houve reação… ela estava vencida no seu orgulho.Enquanto ela fazia o boquete comecei a percorrer as partes do seu corpo que estava ao alcance da minha mão. Com a outra peguei nos seus cabelos e controlei o movimento das abocanhadas.Quando estava pra explodir meu gozo em sua boca, aumentei a velocidade e forcei sua cabeça pra baixo até ela engolir ele quase inteiro e jorrei minha porra na sua garganta.Só soltei seus cabelos quando senti que ela estava engasgando. Depois de engolir tudo mandei ela lamber meu pau até ficar limpo.Ela voltou pra sua posição no banco do motorista mas não me encarou.Eu puxei sua cabeça e cochichei no seu ouvido que foi um boquete delicioso.Dei um beijo no seu rosto e disse que ligaria outro dia e era bom ela estar disponível. Me despedi e desci do carro.Voltei pro escritório e passei a refletir sobre o que ocorrera naquela última meia hora.Será que eu estaria arriscando minha vida, pensei… Eu concluí que talvez perdesse o emprego caso meus patrões tomassem ciência.Tereza não abriria o bico. ela teria muito a perder.Na quinta e na sexta eu não liguei pra ela. O dia seguinte seria domingo e eu estaria de folga.Liguei pro seu número e ela atendeu. Passei a ela meu endereço e mandei ela chegar depois das 8 da noiteFechei o bingo naquele sábado já passavam das 4 da manhã, sai pra tomar umas cervejas com os funcionários depois fui dormir.Eu morava sozinho num bairro novo bem afastado do centro. A casa era nova e cercada por muros altos, não havia casas vizinhas à minha, só construções.Assim quando Tereza chegasse não teria vizinhos bisbilhotando e mesmo que alguém passasse em frente não veria o seu carro na garagem.E ela chegou por volta das 9 da noite. Pedi pra colocar o carro pra dentro da garagem e entramos.Ela estava usando uma calça jeans que definia bem as curvas do seu corpo. Coloquei uma seleção de músicas românticas pra rodar e fui preparar duas bebidas. Sentamos no sofá e ficamos ouvindo música sem nos falarmos.Percebi que a situação não era tão simples assim como o encontro de um casal de namorados.O fato dela estar ali pra cumprir um acordo, e não por livre e espontânea vontade, era broxante.Me senti um crápula. Porém, me veio a mente que não se trata de uma esposa dedicada que ama o marido.Não duvido se ela não tivesse um ou mais amantes. Se casou por conveniência com um vereador quase com o dobro de sua idade. É linda e gostosa, e só anda bem arrumada.Talvez ela até curtisse foder comigo… vai saber.– Tudo bem com você Tereza?Ela não respondeu, apenas balançou a cabeça que sim.– Olha, se você estiver arrependida…Balançou a cabeça de novo mas agora em negativa.Eu me sentei ao seu lado peguei em sua mão e fiquei percorrendo minha coxa com ela. Ela não esboçou nenhum sinal de contrariedade.Comecei trazer a mão dela até chegar em cima do meu pau e deixei ela ali. Se ela estivesse contrariada ela iria retirar.Ela deixou, mas também ficou imóvel, não fez um carinho como havia feito no carro dela.Eu passei o meu braço pelo seu pescoço e fiquei massageando sua barriga e depois fui subindo até chegar no seu peito.Passei a fazer umas carícias e com a outra mão eu fiz pressão em cima da mão dela que estava sobre meu pau.Passeava com a minha língua em seu pescoço e orelha e fui em direção ao seu rosto beijando cada pedacinho de pele daquele rosto lindo.Estava tentando fazer com que aquele encontro fosse o mais parecido possível como o encontro de um casal de namorados.Mas não deu certo. A hora que eu estava chegando com a minha boca na sua para selar um beijo ela se levantou.Foi até a janela que dava pra lateral da casa e ficou olhando pro vazio.Eu tomei um gole da minha vodka e fiquei estudando a situação. No carro, quando pedi pra tirar meu pau pra fora ela só protestou porque estava exposta num local aberto, mas obedeceu e chupou com vontade. Talvez essa faceta de superioridade seja uma máscara, ela deve sentir tesão em ser submissa, em ser obrigada a obedecer.Terminei minha vodka e enchi o copo novamente. Eu precisava ficar meio bêbado pra agir como um canalha.Ela continuava lá parada já havia uns 10 minutos. Eu fui no quarto e peguei um lenço e voltei até ela.Mandei ela fechar os olhos e passei o lenço sobre eles como se fosse uma venda. Ela ficou imóvel, não repeliu minha mão enquanto amarrava por trás de sua cabeça.Peguei em seus cabelos e a puxei para o centro da sala. levei suas mãos até a estante e mandei ela empinar a sua bunda.Ela se mantinha quieta mas tava obedecendo. Dei uns tapas na sua bunda e nada dela reagir.Me posicionei por trás dela encoxando sua bunda e desabotoei sua calca, desci até o joelho. Depois baixei sua calcinha também. Que bunda deliciosa… Encostei meus lábios em seu ouvido e disse que iria fodê-la, ela gostando ou não.Me posicionei do lado dela e apliquei uma tapa forte na sua bunda. Ela não soltou nenhum som mas senti uma pequena torção de tesão no seu rosto.Voltei a bater novamente, pegando em cheio as duas bandas da sua bunda. Dessa vez pude sentir um ahhh saindo de sua garganta.Era disso que A Tereza gostava, submissão e um pouco de dor. Enfiei minha mão no meio de sua bunda e apalpei sua buceta que começava a ficar suada.Dei mais algumas palmadas mas fiquei com receio de deixar marcas.Mandei ela se ajoelhar e puxar meu pau pra fora. Peguei sua taça com martini e mergulhei a cabeça do meu pau, deixando-a molhada e mandei ela lamber até deixar ele seco. Ela abriu a boca e passou a me chupar.Depois começou a lamber meu pau inteiro sugando o martini.Tereza possuía uma boca maravilhosa com lábios carnudos e uma língua inquieta. Mesmo quando o pau estavaenterrado em sua boca era possível sentir a ação dela circulando por toda sua extensão.Ela não expressava nenhum sinal de desejo ou tesão, mas eu sabia que ela estava gostando.Deve ter se negado a me beijar para o acordo não adentrar no campo sentimental.Eu não me aguentava de tesão por aquela mulher. Voltei ela a posição em pé com suas mãos apoiadas na estante e com sua bunda empinada em minha direção. Passei a pincelar meu pau na sua buceta, agora toda encharcada, e fui penetrando-a.Aproveitei para tirar a parte de cima de sua veste e agarrei os dois seios com força e comecei a puxar o corpo dela para trás enquanto ela fazia o movimento oposto a frente. O vai e vem não era rápido mas ficou violento. Cada vez que sua bunda se chocava contra minha virilha o som de uma palmada enchia a sala.Qual não foi minha surpresa quando ouvi Tereza gritar que era pra fodê-la mais rápido. Eu fingia que não ouvia pra ela pedir cada vez mais alto.-O que você quer que eu faça minha putinha.– Me fode mais rápido.– Não ouvi putinha, pode repetir o que você quer que seu macho faça.– Me fode bem rápido caralhoooooooo… e gozou fazendo um escândalo entre gemidos e xingos.A mulher até pode esconder seu sentimento mas nunca um orgasmo.E Tereza se revelou como uma mulher ardente e incontrolável.Foi muito bom sentir seu corpo estremecer com meu pau enterrado em sua buça.Sentei-me no sofá e pedi…– Vem até aqui de joelhos cadelinha, continua chupando o meu pau.Ela obedeceu instantaneamente.– Olha pro seu macho enquanto chupa, porra.Ela abaixava mais o tronco para ficar com os olhos na minha direção.Eu engoli um pouco de vodka depois deixei minha saliva escapar como uma cuspidinha na direção do seu rosto.Ele caiu parte em seu rosto e uma parte na mão que segurava meu pau pela base.– Lambe ele putinha.Ela levou sua mão à boca e recolheu o cuspi com uma lambida. E continuava me fitando mas sem expressividade.– Quer que eu foda sua bucetona de novo, putinha.Silêncio…Eu tava louco quase gozando, mas não queria gozar na sua boca novamente.Mandei ela ficar de quatro no sofá e voltei a socar meu pau na xana dela novamente.Passei a dar palmadas naquele bundão novamente e puxava ela pela cintura de encontro ao meu pau.Ela com muito esforço escondia os gemidos mas sua respiração lhe entregava que estava adorando aquela foda.Quando eu parava ela fazia o movimento pra trás e pra frente pro meu pau não parar de enterrar na sua buceta.Quando finquei um dedo no seu cuzinho não teve mais jeito… ela voltou a gemer e pedir pra fodê-la mais rápido novamente.– Pede pro seu macho te foder puta.– Fode, fode rápidoooooo… e gozou mais uma vez. Soltando gritinhos e gemidos.Em meio a esse espetáculo de sexo selvagem eu também gozei, ficando forte naquela buceta molhada.Jorrando toda minha porra no seu interior.Eu cai sentado no sofá mas ela deixou seu corpo escorregar para o tapete e ficou entre minhas pernas, me revelando suas costas e seu pescoço suado.Ela arfava os pulmões buscando oxigênio tentando controlar a respiração. Tinha sido uma foda animal.Eu fiquei observando-a pra saber o que ela faria depois. Imaginei que ela se vestiria e fosse embora.Ela se levantou e foi até o banheiro sem olhar na minha direção. Fiquei ouvindo o barulho da água cair sobre seu corpo.Fui até o bar da estante e me servi de mais uma dose de vodka.Assim que ela saiu eu ocupei seu lugar e tomei um banho. Imaginei que ela já estaria vestida pra ir embora quando sai… mas não.Ela ainda continuava nua sentada numa poltrona e tomava seu martine.– Tereza… deixa te contar um segredo… eu enfiei a cabeça do meu pau na sua taça de martine. – falei e esperei a reação dela.Me olhou rapidamente e deu de ombros mas continuou bebendo.– Agora você se tornou minha puta. Vou foder você toda semana e você vai me agradecer.– Olha pro meu pau putinha, você gostou dele? – Ela se mantinha em silêncio. Era sinal que havia gostado.– Vem aqui reanimar ele, vou foder você mais uma vez. Essa vai ser a foda de despedida por hoje.Ela veio, pegou uma almofada para seus joelhos e começou a punhetar e chupar meu pau.As vezes eu beliscava minha coxa pra ter certeza que não se tratava de um sonho.Mas era um sonho que eu realizava. Sonho que passei a alimentar desde o primeiro dia que a vi.Ver aquela boca gostosa engolindo meu pau era bom demais.E ela caprichava, lambia toda a extensão do meu pau até chegar às bolas, que também eram lambidas.Levei-a pro meu quarto e a coloquei de quatro. Juntei suas mãos e amarrei seus pulsos colados à madeira da cama.Abri suas pernas para que sua buceta e seu cu ficassem expostos e me posicionei de forma que ficassem ao alcance da minha boca.Comecei a passar a língua em torno do seu sexo até chegar em seu ânus. Dava lambidas bem molhadas e depois descia para os grandes lábios até chegar no grelinho, onde me demorava, fazendo pressão com lambidas fortes.Quando eu penetrava sua grutinha com minha língua, Tereza rebolava aquela delícia de bunda e movimentava seu quadril pra cima e pra baixo fazendo minha língua dar um banho completo na sua buceta e no seu cu.Ela não conseguia mais abafar os suspiros que escapavam-lhe à garganta.Sabendo disso eu a chupava com mais vontade ainda…– Pede pro seu macho foder você, pede putinha. –provocava eu.Ela gemia agora, não conseguia segurar mais, mas ficava em silêncio.Eu continuava chupando e enfiando minha língua na sua gruta. Depois finquei um dedo no seu cuzinho.Ela não fez resistência alguma, deixou ele entrar bem fundo no seu buraquinho.– Minha putinha, você sabe que eu vou foder mais uma vez sua buceta né? E depois que você gozar vou socar o meu pau no seu cuzinho também, o que você acha. – torci pra ela ficar em silêncio… seu silêncio era sinal que estava de acordo.Quando constatei que ela não se opôs a minha intentona sádica, eu me ajoelhei na sua frente e mandei chupar meu pau e deixá-lo bem duro.Depois peguei ela pelos quadris e soquei meu pau na sua buceta, comecei a bombar fazendo-o entrar bem fundo, enchendo todo seu canal até encostar no seu útero, depois puxava-o pra fora, até a cabeça sair por completo.Esse movimento é muito interessante porque entra muito ar no seu canal vaginal fazendo a buceta peidar o ar pra fora.Eu adoro ouvir o som dos “peidinhos” que a xana faz.– O que houve putinha, sua xaninha está fazendo declaração de amor pro meu pau?Ouvi um sorrizinho entre seus gemidos.Voltei a socar e tirar de novo por alguns segundos e ela peidou de novo.– Pede putinha, pede pra foder mais rápido sua bucetinha apaixonada, pede.Novo sorrizinho.Acelerei os movimentos de entra e sai, sabia que ela estava quase pra gozar.– Pede pra foder mais rápido, pede. — mandava eu– Me fode mais rápido– Pede direito amor. Fala… John fode sua putinha mais rápido– Fode sua putinha john, fode a minha buceta com força porrraaaaaaaaaa.Cada orgasmo que a Tereza tinha ela fazia mais escândalo. Precisei me controlar pra não gozar junto.Fiquei parado, deixei ela rebolar sua bunda no meu pau até ficar toda saciada.Ela desencaixou sua bunda da minha virilha e se deitou, procurando restabelecer sua respiração.Eu fui até o guarda roupas e peguei um tubinho de KY que havia comprado quando estava saindo com uma funcionária do bingo que adorava dar o cu.Me ajoelhei atrás dela e puxei sua bunda pra cima pra voltar a ficar de quatro novamente.Aquela região estava alagada de tanto que gozou.Ela sabia o que viria a seguir e não se mostrou contrariada.Abri bem suas pernas e comecei a lubrificar seu cu, enfiando um dedo embebido do lubrificante. Ela parecia colaborar ficando bem relaxada.Sem dúvida seu marido fazia incursões naquele buraquinho. Ela devia gostar…Deixei ele bem relaxado e posicionei a cabeçona do meu pau na entrada…– John… vai devagar por favor. – suplicou ela.– Você fala Tereza… e eu achava que estava fodendo uma putinha muda. – brinquei.Ela quis sorrir mas deixou apenas os seus olhos sorrirem.– Vou te confidenciar um segredinho Tereza, você vai ter o cuzinho arrombado por um mestre, e vai gozar muito.– Espero… – disse e empinou ainda mais sua bundona.Comecei a forçar a cabeça no buraquinho dela até ela querer escapar e tirei em seguida.Depois de alguns segundos voltei a forçar de novo e puxei novamente. Ela reclamou de dor porque a cabeça do meu pau era muito grossa.Fui repetindo e forçando a entrada aos pouquinhos, quando a cabeça pulou pra dentro ela deu apenas uma contorcida nos quadris mas aguentou de boa.Então fui puxando ela pela cintura bem devagarzinho pro seu cuzinho ir se alargando aos poucos. Podia sentir a pressão forte da sua esfíncter mordendo meu pau. Seu marido devia ter um pau mais fino que o meu.Uma vez ele todo socado até o fim comecei fazer um vai e vem bem lento. Que delícia de cu aquele.Ela própria começou a deslizar sua bunda pra trás pra que o pau entrasse todo.Dei uns tapas na sua bunda e pedi pra minha putinha foder sozinha o meu pau. E ela passou a movimentar-se indo e vindo e começou a gostar e rebolar.– Tereza… você não vai pedir nenhuma vez pro john foder sua putinha?– Eu já pedi…– Você não pediu do jeito certo. Do jeito que o macho gosta de ouvir.– Sua mãe sabe que ela criou um tarado?– Nada… mamãe me tem como um ‘SANTO”.Ela riu e balançou a cabeça negativamente.– Adoraria ver ela entrar agora e pegar seu “SANTO” fodendo o meu cu. — falou e soltou uma gargalhada.– Ela me daria o parabéns por estar fodendo o cu da mulher mais linda e encantadora que existe.– Hum.. John…John.– Fala minha putinha.– Fode o cu da sua putinha, fode…Ela disse com uma vozinha meiga e com um sorrizinho safado.– Oi… eu não entendi, pode falar mais alto putinha.– John… FO DE O CU DA SUA PU TI NHA.Ela me pediu bem alto e soletrando.– Ah… agora eu ouvi.E passei a acelerar os movimentos, meu pau agora entrava e saia do seu cu com bombadas bem forte.Voltei atrás com a minha cabeça, olhando pra baixo para apreciar aquele minúsculo buraquinho se alargando para receber um pau bem grosso.Que delícia de visão era aquela. A bunda redonda e empinada indo e vindo fazendo meu pau deslizar no seu canal apertado.Tereza estava tão excitada que não sentia dor alguma quando arremetia sua bunda com força ao encontro da minha virilha.Meu pau era engolido por inteiro por aquele cuzinho sedento de rola.– Caralho que delícia eu vou gozar bem no fundo do seu cuzinho.– Espera eu… eu também quero gozar junto.Soltei suas mãos da amarra e ela começou a esfregar seus dedos no grelinho e pediu para eu fodê-la mais forte e rápido.Ela estava chegando perto do orgasmo também e pouco antes de gozar…– Fode sua putinha John, soca esse pauzão grosso todinho no meu cuzinho porra.– Puta que pariu que delícia Tereza, pede mais caralho.– Fode sua puta John, fode com força, arromba meu cuzinho porraaaaaaaaaa E gozamos os dois juntinhos. Tereza fez-me chegar ao orgasmo mais incrível da minha vida.Desabei meu corpo sobre o dela e ainda dava fincadas com meu pau no interior do seu cu.Puxei seu rosto para um beijo mas ela desviou-o.Eu não perguntei o motivo, eu acho que já sabia. Estávamos ali apenas pelo prazer. O beijo é portador de sentimentos que brota no peito.Aquela noite ela foi embora realizada, mas deixou para trás um cara realizado também.Passamos a nos encontrar todos os domingos e antes que a Tereza viesse pagar a primeira prestação da sua dívida, o bingo fora vítima de um assalto. Os ladrões levaram apenas o dinheiro que estavam nos caixas… até pediram para mim abrir o cofre mas não tinha nada lá, exceto os cheques da Tereza. Quando eles viram que eles já haviam sido devolvidos não os levaram.Mas eu os levei pra minha casa e disse aos meus patrões que tinham sido roubados também.No nosso encontro depois do assalto eu devolvi os cheques a ela. E ainda assim, ela continuou me visitando aos domingos…Tenho mais contos publicados, se alguém se interessar basta clicar no meu nome sob o título dessa história.Abraços

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