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Mulher de programa

MULHER DE PROGRAMA
Meu nome é Maria Fernanda. Este é o meu décimo quarto conto.
Estou adorando relatar as minhas aventuras sexuais. Mulher alta com 1,77 m, morena, olhos e cabelos castanhos, quadril largo, coxas grossas, seios grandes e volumosos e bunda grande. Só isso já seria mais do que suficiente para chamar a atenção dos homens, mas para completar o quadro eu tenho um Monte de Vênus bem desenvolvido e os lábios externos da minha vagina são enormes, formando uma pata de camelo que chama muito a atenção, inclusive de algumas mulheres.
Sou enfermeira profissional e trabalho e moro na zona oeste de São Paulo.
No final do ano passado eu estava fazendo compras num Shopping aqui da zona oeste, próximo a um estádio de futebol, quando fui tomar um lanche na praça de alimentação aproximou-se da mesa uma mulher bem vestida e maquiada. Pediu licença para se sentar e desculpas pela interrupção e foi direto ao assunto: Você já pensou em ser modelo fotográfico? Eu respondi que não, até porque já não tinha idade para isso e muito menos corpo. Ela disse: engano seu, minha querida, engano seu, tem muito mercado para uma mulher como você. E continuou: Olha vamos fazer assim, eu lhe deixo o meu cartão e você me liga depois, eu realmente quero muito conversar com você. Me entregou o cartão, perguntou o meu nome e foi embora. No cartão lindo estava escrito apenas o nome dela CLÁUDIA – Diretora Executiva e o telefone celular, nada mais. Fiquei muito curiosa.
Alguns dias depois, em casa, resolvi matar a curiosidade e liguei para a CLÁUDIA. Me atendeu de forma muito gentil, disse que se lembrava muito bem de mim e agradeceu o meu retorno. Disse então de forma direta: Olha Fernanda eu vou ser muito objetiva com você, até porque é uma mulher madura e eu não preciso ficar te enrrolando. É o seguinte: Sou dona de uma agência de acompanhantes que fica num bairro nobre da capital. Somos invisíveis, pois só atendemos homens e mulheres de altíssimo nível. São executivos de grandes empresas e bancos, nacionais e multinacionais e grandes empresários. Cobramos em dólar e só atendemos novos clientes mediante indicação de cliente antigo. Nosso valor mínimo por atendimento é de US$ 5.000, por duas horas de programa. Repartimos o valor meio a meio com os nosso parceiros.
Ocorre que tem aumentado muito a demanda por mulheres com o seu perfil. Mais de 40 anos, branca ou negra, alta, seios grandes e volumosos, bunda grande e coxas grossas. Nós não temos muitas mulheres com essas características. As despesas com roupa, maquiagem, cabelo, transporte etc são de inteira responsabilidade de cada parceiro nosso. É isso. Estamos lhe convidando para uma entrevista pessoal.
Ouvi as explicações da CLÁUDIA, muito surpresa com o que acabara de ouvir, apenas consegui responder: eu vou pensar e nos falamos depois. Desliguei o celular.
E disse para mim mesma: PUTA QUE PARIU, EU FUI CONVIDADA PARA TRABALHAR COMO MULHER DE PROGRAMA.
Comecei a remoer mentalmente o assunto: VANTAGENS: R$ 10.000,00 por um programa com duas horas de duração, sem considerar o trajeto de ida e volta, eventualmente um boa trepada grátis, boa reserva financeira pois dois programas mensais. DESVANTAGENS: o tempo gasto nos programas, desgaste emocional, risco de encontrar malucos, despesas adicionais com maquiagem, cabelo, manicure, risco de agressão física, doenças, suportar clientes desagradáveis e ou violentos.
Pensei uns quinze dias sobre o assunto e decidi arriscar um teste: Liguei novamente para a CLAUDIA e agendei a entrevista pessoal. Marcamos num grande hotel do Itaim Bibi. Ela me recebeu junto com outra mulher, sua assessora. Explicou que todos os contatos com o cliente é feito pela agência, que eu seria avisada com pelo menos 12 horas de antecedência, que o pagamento seria creditado na minha conta bancária até 24 horas depois do atendimento e que a pontualidade nos horários era item importantíssimo. Meu nome para os clientes seria CARLA e que eu receberia informações sobre as preferências sexuais dos clientes pelo telefone e por último, mas não menos importante, em hipótese alguma eu deveria comentar com alguém essa nova atividade, caso aceitasse. Você deve manter um grande estoque de camisinhas na sua bolsa. Eu disse que gostaria de testar, sem compromisso futuro. Elas concordaram e disseram que iriam me fotografar com e sem roupa. Sai da entrevista “contratada”. Agora eu era a Carla, mulher de programa.
Uns vinte dias depois, a CLAUDIA me ligou e disse que tinha um trabalho na quinta-feira daquela semana, às nove horas da noite, num hotel dos Jardins, bairro nobre de São Paulo. Eu respondi que podia aceitar. Ela me mandou alguns dados do cliente: origem alemã, falava bem português, alto, forte, CEO de multinacional, não queria sexo anal, nem qualquer tipo de violência, exigia apenas uma mulher com ” buceta grande”.
Pontualmente às 20 horas e 55 minutos cheguei na recepção do hotel e procurei pelo hospede da suite 1818, Sr. Hermann. Me disseram que já era esperada e me encaminharam para 18o. andar do hotel. Na porta da suíte dois seguranças enormes perguntaram o meu nome fizeram uma pequena revista na minha bolsa. Abriram a porta e eu fui muito bem recebida pela Sr. Hermann.
Bem alto, forte, corpulento, loiro, com forte sotaque alemão. Me abraçou com força, apertando o corpo contra os meus peitos e me beijou muito. Disse de cara: quero que você fique só de calcinha, sutiã e sandálias. Tirei o vestido. Ele me ofereceu uma taça de champanhe.
Depois tirou a camisa, ficou descalço, vestido só com a calça, sem usar cueca.
Me entregou um pequeno chicote de couro preto, se ajoelhou na minha frente e disse: me castigue agora por fazer sexo com outra mulher. Não entendi muito bem, mas bati com o chicote nas costas dele. Mais forte, mais forte, gritou ele, mais forte e eu fiquei batendo até as costas começarem a ficar vermelha.
Pronto agora eu já fui punido. Ainda de joelhos me agarrou na altura da cintura, arrancou a minha calcinha e ficou cheirando feito um maluco. Depois começou a chupar a minha buceta com sofreguidão, metia a lingua dentro da buceta com muito gosto. Parecia que ele não fazia sexo a muito tempo.
Me levou para a cama e continuou chupando e metendo a lingua na buceta. Chupou um tempão. Tirou a calça. Foi somente nesse momento que eu entendi o porque da exigência da mulher de “buceta grande”. Ele exibiu a maior pica que eu já tinha visto. Grande, grossa e com uma cabeça descomunal. Acho que tinha mais de 20 centímetros de pica. Pegou a minha mão e colocou naquele caralho anormal. A rola estava bem dura. Agora eu quero que você bata uma punheta para mim, disse e se deitou.

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A minha mão mal conseguia fechar segurando aquele pau. Comecei uma punheta lenta e fui aumentando o rítmo gradualmente. Ele era tarado por punheta. Gemia e virava os olhos enquanto eu batia a punheta. Somente depois de gemer muito, ele me mandou chupar aquela rola monstruosa. A cada passada de lingua na cabeçona e no corpo da pica ele gemia mais ainda. Lambi com gosto o saco enorme e as bolas grandes do alemão.
Em seguida me colocou deitada de bruços e começou a dar tapas bem fortes na minha bunda grande, a chupar o meu cú e a minha buceta. Subia pelas minhas costas e descia até o meio das minhas coxas. Abriu bem a minhas pernas para deixar exposta a minha pata de camelo e meteu dois dedos grossos na buceta. O gringo filha da puta era tarado por uma pata de camelo ou por uma “buceta grande”.
Já com um tesão enorme e com aquele monstro maior ainda disse: AGORA EU VOU FUDER ESSA BUCETONA, SUA PUTA SAFADA, SUA VADIA BUCETUDA. COLOCOU UMA CAMISINHA, ME DEITOU DE LADO, PARA FICAR ENCOSTANDO NA MINHA BUNDA , METEU A PICA NO MEIO DAS MINHAS PERNAS E FICOU ROÇANDO NAS MINHAS COXAS E BRINCANDO COM A CABEÇA DA ROLA ENTRADA DA MINHA BUCETA JÁ TODA MOLHADA. ABRIU OS LÁBIOS DA BUCETA E PÔS SÓ A CABEÇA DA PICA E PAROU. EU AGRADECI MENTALMENTE. BEM DEVAGAR ELE COMEÇOU A EMPURRAR AQUELE MONSTRO DE PICA NA MINHA BUCETA, EU AJUDEI EMPURRANDO O QUADRIL CONTRA A PICA. ELA ENTROU QUASE INTEIRA. ELE ADOROU E DISSE: ISSO METE, FODE MAIS SUA PUTINHA BUCETUDA GOSTOSA, ME AGARROU PELO QUADRIL E FOI AUMENTANDO O RITMO DA BOMBADA, A PICA FICOU AINDA MAIS GROSSA E ELE MAIS DOIDO POIS TINHA ENCONTRADO UMA MULHER DE BUCETA GRANDE. SOCAVA COM MUITO TESÃO.

É CURIOSO COMO TODOS OS HOMENS GOSTAM DE ENFIAR O CARALHO INTEIRO NA MULHER, INDEPENDENTEMENTE DO TAMANHO DAS SUAS PICAS, ELES FICAM ALUCINADOS AO SENTIR QUE NÃO TEM MAIS NADA PARA ENFIAR NA BUCETA.
PARA ANIMA-LO AINDA MAIS EU DISSE: ISSO MEU GARANHÃO, ISSO FODE, METE ESSE CARALHO GOSTOSO, ARREGAÇA A BUCETA DA SUA PUTA, FODE A SUA CACHORRA, ENFIA ESSA ROLA ENORME ATÉ O SACO, ME FAZ GEMER, QUE PICA GRANDE QUE VOCÊ TEM, MINHA BUCETA VAI FICAR ARDENDO AMANHÃ DEPOIS DESSA METIDA GOSTOSA.
ACHO QUE O ALEMÃO NÃO METIA A MUITO TEMPO, POIS FICOU ME FUDENDO ATÉ CANSAR. DEPOIS SE LEVANTOU E FOI TOMAR MAIS CHAMPANHE. VOLTOU PARA A CAMA JÁ SEM CAMISINHA, DEVO ADMITIR QUE ERA BONITO VER AQUELA PICA PENDURADA, MEIO MOLE.
CHUPEI A CABEÇONA CARINHOSAMENTE E O PAU FICOU DURO. ELE ME DEITOU NOVAMENTE DE BRUÇOS E METEU DOIS DEDOS NA BUCETA E FICOU BATENDO PUNHETA E ME FUDENDO COM OS DEDOS.
JÁ COM O PAU BEM DURO, ME VIROU DE FRENTE PARA ELE, COLOCOU OUTRA CAMISINHA NA PICA ENFIOU COM RAIVA NA BUCETA. DISSE BEM ALTO: VOCÊ AGORA VAI GOZAR FEITO UMA PUTA SAFADA, VOCÊ VAI SER PUNIDA POR ESTAR FUDENDO COM UM HOMEM CASADO, VAI GOZAR FEITO UMA PECADORA NO INFERNO, POR ME OBRIGAR A METER NESSA BUCETA, SUA CACHORRA DOS INFERNOS, GOZA SUA PUTA SAFADA, GOZA NESSE CARALHO, SUA DESGRAÇADA.
ELE ESTAVA DOIDO PARA GOZAR, O PAU ESTAVA LATEJANDO. ISSO MEU GARANHÃO FODE MAIS ESSA BUCETONA, METE ESSE CARALHO ENORME, ME FAZ GOZAR COMO UMA PUTA PECADORA E SAFADA. EU NÃO AGUENTEI E GOZEI, GOZEI DUAS VEZES.
AO SENTIR AS MINHAS CONTRAÇÕES VAGINAIS DO GOZO, GRITOU: ISSO VADIA, GOZA NA MINHA PICA, GOZA NESSA ROLA DURA E GROSSA. GEMEU, AUMENTOU O RÍTMO DA METIDA E DEU UM URRO BEM ALTO, EU VOU GOZAR NESSA BUCETUDA, EU VOU GOZAR NESSA BUCETUDA E ESPORROU UMAS QUATRO VEZES NA BUCETA.
ARRANCOU A CAMISINHA E METEU A PICA NA MINHA BOCA E MANDOU EU LAMBER A PORRA QUE FICOU NA CABEÇA. EU LAMBI E DEIXEI BEM LIMPINHA.
Olhei no relógio e vi que já havia passado uma hora e meia. Disse que ia tomar banho e ele concordou deitado na cama. Me vesti e fiquei esperando das as duas horas combinadas. Ao me despedir ele me abraçou e beijou meu rosto carinhosamente e colocou na minha mão cinco notas de cem reais.
No dia seguinte a minha conta bancária recebeu uma TED de R$ 10.000,00.
Não sei dizer ainda se gostei ou não da minha primeira experiência como MULHER DE PROGRAMA.
MARIA FERNANDA

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    Added: 3 meses atrás

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